Acaba aqui O Reaccionário. A emissão prossegue n'Acção Integral.
Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011
Sexta-feira, 18 de Novembro de 2011
O fio da esperança

Passei por muitos tormentos... Muito sofreu a minha pobre carne. Creio que nunca sofri tanto como agora.
Não perdi a fé e o amor, mas houve momentos em que senti romper-se o fio da esperança.
Torturado fisicamente como um cão, as minhas próprias roupas se enchem de sofrimentos; há sessenta dias que durmo vestido em cima destas tábuas cobertas por uma esteira. Sessenta dias e sessenta noites em que os meus ossos absorvem como uma esponja a humidade que sai das paredes e do chão.
Dois meses sem trocar uma palavra com um ser humano, pois ninguém está autorizado a falar comigo. Entretanto, sou atacado moralmente, acusado de traição, declarado estranho à estirpe, como se não fosse romeno por parte do meu pai e da minha mãe, apontado como inimigo do Estado, coberto de injúrias, de mãos atadas nas costas, sem a possibilidade de me defender.
Pensando nos sofrimentos, vexames e maus tratos infligidos à minha família e aos meus camaradas, sentia o coração oprimido, sentia que acabava de romper-se um dos três fios invisíveis que unem o cristão a Deus: a esperança. Sentia-me extremamente triste, sentia que me afogava. Mas atei tudo de novo e lutei dia após dia. Como? Lendo os quatros evangelhos. Quando terminei, tinha recuperado de novo a fé, a esperança e o amor.
Acabo de ler as cartas do apóstolo São Paulo, das quais tirei provas decisivas sobre a existência da Ressurreição e do poder do Redentor Jesus Cristo. Impressionaram-me:
1) A sinceridade e a pureza espiritual do apóstolo.
2) A vida integralmente cristã, sem mancha.
3) Os perigos e sofrimentos que passou pelo Senhor.
4) A serenidade e a alegria com que aceitava o sofrimento.
5) A força de encorajar outros para que não vacilassem perante os sofrimentos e perseguições.
6) Um amor santo, de uma altura comovedora para todos os irmãos cristãos, seus filhos espirituais.
7) Um ardor indómito pouco conhecido dos apóstolos de uma fé, a pregação incessante do Redentor a todos os povos.
8) A sua grande ciência e sabedoria.
Em quase todas as epístolas começa assim: «Eu, agrilhoado a cadeias por crer em Cristo, nosso Senhor».
Noutra carta, escreve a Timóteo: «Corre e junta-te a mim» (Timóteo 4:9). Também desejava ver alguém. «Traz-me um abrigo quando vieres». Também sentia frio.
Se aprofundarmos a leitura das cartas, chegamos a estas conclusões:
1) Que não somos cristãos e estamos longe de o ser. Muito longe...
2) Que nos cristianizamos na forma e nos descristianizamos no conteúdo.
3) Que a humanidade sofreu o processo de descristianização durante séculos, com poucos momentos de interiorização da fé... A cristianização superficial parecer ser a grande preocupação da humanidade.
4) A grande preocupação do nosso tempo é lutar entre nós e outros homens e não entre os mandatos do Espírito Santo e os apetites da nossa natureza terrena.
Preocupam-nos e agradam-nos as vitórias sobre os homens, não as vitórias sobre o demónio e o pecado.
Os grandes homens do mundo de ontem e de hoje, Napoleão, Mussolini, Hitler, etc., preocuparam-se mais com as lutas e triunfos exteriores.
O Movimento Legionário é uma excepção. Ocupa-se também, embora insuficientemente, da vitória cristã do homem com vista à sua salvação.
É enorme a responsabilidade de um chefe.
Não deve deleitar os olhos dos exércitos com vitórias terrenas sem antes os preparar para a luta decisiva, na qual a alma de cada um se pode coroar com a vitória da eternidade ou sofrer a derrota eterna.
5) Finalmente, a falta (pelo menos entre nós) de uma elite sacerdotal portadora do fogo sagrado dos antigos cristãos. A falta de uma escola de elevação e moralidade cristãs.
– Corneliu Zelea Codreanu in Diário do Cárcere.
Não perdi a fé e o amor, mas houve momentos em que senti romper-se o fio da esperança.
Torturado fisicamente como um cão, as minhas próprias roupas se enchem de sofrimentos; há sessenta dias que durmo vestido em cima destas tábuas cobertas por uma esteira. Sessenta dias e sessenta noites em que os meus ossos absorvem como uma esponja a humidade que sai das paredes e do chão.
Dois meses sem trocar uma palavra com um ser humano, pois ninguém está autorizado a falar comigo. Entretanto, sou atacado moralmente, acusado de traição, declarado estranho à estirpe, como se não fosse romeno por parte do meu pai e da minha mãe, apontado como inimigo do Estado, coberto de injúrias, de mãos atadas nas costas, sem a possibilidade de me defender.
Pensando nos sofrimentos, vexames e maus tratos infligidos à minha família e aos meus camaradas, sentia o coração oprimido, sentia que acabava de romper-se um dos três fios invisíveis que unem o cristão a Deus: a esperança. Sentia-me extremamente triste, sentia que me afogava. Mas atei tudo de novo e lutei dia após dia. Como? Lendo os quatros evangelhos. Quando terminei, tinha recuperado de novo a fé, a esperança e o amor.
Acabo de ler as cartas do apóstolo São Paulo, das quais tirei provas decisivas sobre a existência da Ressurreição e do poder do Redentor Jesus Cristo. Impressionaram-me:
1) A sinceridade e a pureza espiritual do apóstolo.
2) A vida integralmente cristã, sem mancha.
3) Os perigos e sofrimentos que passou pelo Senhor.
4) A serenidade e a alegria com que aceitava o sofrimento.
5) A força de encorajar outros para que não vacilassem perante os sofrimentos e perseguições.
6) Um amor santo, de uma altura comovedora para todos os irmãos cristãos, seus filhos espirituais.
7) Um ardor indómito pouco conhecido dos apóstolos de uma fé, a pregação incessante do Redentor a todos os povos.
8) A sua grande ciência e sabedoria.
Em quase todas as epístolas começa assim: «Eu, agrilhoado a cadeias por crer em Cristo, nosso Senhor».
Noutra carta, escreve a Timóteo: «Corre e junta-te a mim» (Timóteo 4:9). Também desejava ver alguém. «Traz-me um abrigo quando vieres». Também sentia frio.
Se aprofundarmos a leitura das cartas, chegamos a estas conclusões:
1) Que não somos cristãos e estamos longe de o ser. Muito longe...
2) Que nos cristianizamos na forma e nos descristianizamos no conteúdo.
3) Que a humanidade sofreu o processo de descristianização durante séculos, com poucos momentos de interiorização da fé... A cristianização superficial parecer ser a grande preocupação da humanidade.
4) A grande preocupação do nosso tempo é lutar entre nós e outros homens e não entre os mandatos do Espírito Santo e os apetites da nossa natureza terrena.
Preocupam-nos e agradam-nos as vitórias sobre os homens, não as vitórias sobre o demónio e o pecado.
Os grandes homens do mundo de ontem e de hoje, Napoleão, Mussolini, Hitler, etc., preocuparam-se mais com as lutas e triunfos exteriores.
O Movimento Legionário é uma excepção. Ocupa-se também, embora insuficientemente, da vitória cristã do homem com vista à sua salvação.
É enorme a responsabilidade de um chefe.
Não deve deleitar os olhos dos exércitos com vitórias terrenas sem antes os preparar para a luta decisiva, na qual a alma de cada um se pode coroar com a vitória da eternidade ou sofrer a derrota eterna.
5) Finalmente, a falta (pelo menos entre nós) de uma elite sacerdotal portadora do fogo sagrado dos antigos cristãos. A falta de uma escola de elevação e moralidade cristãs.
– Corneliu Zelea Codreanu in Diário do Cárcere.
Etiquetas:
Corneliu Zelea Codreanu,
Ortodoxia,
Roménia
Terça-feira, 8 de Novembro de 2011
Que há de mais totalitário que a Democracia?
Dêem-lhe as voltas que quiserem; cubram-na com o manto que entenderem; escondam-na sob as máscaras que lhes apetecer; mergulhem-na em pias de água benta, ou lambuzem-na de excrescências de esgotos – a Democracia foi a praga que caiu sobre o mundo trazida no coração do Anti-Cristo, e é a lepra que está a corroer o mundo.
Oiço falar muitas vezes, com susto e arrepio, no Totalitarismo, em regimes totalitários, a pessoas a quem não repugna a Democracia.
Santo Deus! Mas onde está, onde se esconde, onde vive, Totalitarismo mais completo do que a Democracia?
A Lei é igual para todos? Totalitarismo.
Sufrágio universal? Totalitarismo.
Instrução universal obrigatória? Totalitarismo.
Toda a nação em armas? Totalitarismo.
O Governo do Povo pelo Povo? Totalitarismo.
Liberdade de consciência? Totalitarismo.
Direitos do Homem? Totalitarismo.
Paz universal? Totalitarismo.
Igualdade? Totalitarismo.
Que há de mais totalitário que a Democracia?
– Alfredo Pimenta, As Lições dos Factos, in «A Voz», 4 de Agosto de 1941.
Oiço falar muitas vezes, com susto e arrepio, no Totalitarismo, em regimes totalitários, a pessoas a quem não repugna a Democracia.
Santo Deus! Mas onde está, onde se esconde, onde vive, Totalitarismo mais completo do que a Democracia?
A Lei é igual para todos? Totalitarismo.
Sufrágio universal? Totalitarismo.
Instrução universal obrigatória? Totalitarismo.
Toda a nação em armas? Totalitarismo.
O Governo do Povo pelo Povo? Totalitarismo.
Liberdade de consciência? Totalitarismo.
Direitos do Homem? Totalitarismo.
Paz universal? Totalitarismo.
Igualdade? Totalitarismo.
Que há de mais totalitário que a Democracia?
– Alfredo Pimenta, As Lições dos Factos, in «A Voz», 4 de Agosto de 1941.
Sexta-feira, 4 de Novembro de 2011
Calar-se face aos maus não é mansidão
A mansidão vai contra a ira e as fúrias, não para que o homem nunca se encolerize, mas para que o faça onde e quando deve.
Por isso tem cara de homem e cara de leão.
Algumas vezes se considera manso o homem que cala enquanto outro peca. Isso não é mansidão!
Escuta: diz-se de Jesus que "conturbou-se e fez um chicote de cordas". Lê-se no Livro Primeiro dos Macabeus: "Infeliz de mim! Por que nasci para ver a ruína de minha pátria e de meus santos?"
Por onde se vê que Cristo é cordeiro e leão.
– São Boaventura in Conferências sobre o Hexaemeron.
Por isso tem cara de homem e cara de leão.
Algumas vezes se considera manso o homem que cala enquanto outro peca. Isso não é mansidão!
Escuta: diz-se de Jesus que "conturbou-se e fez um chicote de cordas". Lê-se no Livro Primeiro dos Macabeus: "Infeliz de mim! Por que nasci para ver a ruína de minha pátria e de meus santos?"
Por onde se vê que Cristo é cordeiro e leão.
– São Boaventura in Conferências sobre o Hexaemeron.
Etiquetas:
Apologética,
Catolicismo,
São Boaventura
Obra de caridade
Os inimigos declarados de Deus e da Igreja devem ser difamados tanto quanto se possa, desde que não se falte à verdade, sendo obra de caridade gritar: "Eis o lobo!", quando está entre o rebanho ou em qualquer lugar onde seja encontrado.
– São Francisco de Sales in Introdução à Vida Devota.
– São Francisco de Sales in Introdução à Vida Devota.
Etiquetas:
Apologética,
Catolicismo,
São Francisco de Sales
Quarta-feira, 2 de Novembro de 2011
O que é a Contra-Revolução?
No vídeo, jovens militantes da Renouveau Français interrompem a peça de teatro Sobre o conceito do rosto do Filho de Deus, exemplo de «arte» moderna que atenta gravemente contra a imagem de Jesus Cristo.
Etiquetas:
Contra-Cultura,
Contra-Revolução,
França,
Vídeos
Subscrever:
Mensagens (Atom)