Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011
Domingo, 25 de Setembro de 2011
Liberdade para tudo?
JOÃO TIAGO – Não vejo bem onde está o absurdo se dissermos que a liberdade é liberdade para tudo excepto para a sua negação.
JORGE GUILHERME – Pois o absurdo está bem à vista. Se a liberdade é liberdade para tudo, não pode admitir excepções. E, de resto, se admitirmos a excepção, em que se fundamentará? Na defesa da liberdade? Teremos assim que a liberdade que por essência é para tudo, postulará que alguns não tenham liberdade.
– António José de Brito in Diálogos de Doutrina Anti-Democrática.
JORGE GUILHERME – Pois o absurdo está bem à vista. Se a liberdade é liberdade para tudo, não pode admitir excepções. E, de resto, se admitirmos a excepção, em que se fundamentará? Na defesa da liberdade? Teremos assim que a liberdade que por essência é para tudo, postulará que alguns não tenham liberdade.
– António José de Brito in Diálogos de Doutrina Anti-Democrática.
Sábado, 24 de Setembro de 2011
O poder corrompe?
JOÃO TIAGO – Esqueces que, consoante ensinou Lord Acton, o poder por si corrompe. Portanto, não é possível recorrer ao poder para obstacular à corrupção política. Só quando depara com um obstáculo fiscalizador que, é precisamente a opinião pública, será detido na sua tendência para a imoralidade.
JORGE GUILHERME – É tão arbitrário afirmar que o poder corrompe como sustentar que o poder ilumina e esclarece. Tudo depende do poder que se trata. Quando o seu titular estiver, graças a uma posição institucional, intrínseca, como que pessoalmente interessado em bem governar, porque carga de água há-de o poder corromper? Além disso, a opinião livre só conseguirá fiscalizar o poder se for ela mesma um poder. E a acreditar-se que o poder corrompe, é preciso novo poder para fiscalizar o poder da opinião pública e assim até ao infinito.
– António José de Brito in Diálogos de Doutrina Anti-Democrática.
JORGE GUILHERME – É tão arbitrário afirmar que o poder corrompe como sustentar que o poder ilumina e esclarece. Tudo depende do poder que se trata. Quando o seu titular estiver, graças a uma posição institucional, intrínseca, como que pessoalmente interessado em bem governar, porque carga de água há-de o poder corromper? Além disso, a opinião livre só conseguirá fiscalizar o poder se for ela mesma um poder. E a acreditar-se que o poder corrompe, é preciso novo poder para fiscalizar o poder da opinião pública e assim até ao infinito.
– António José de Brito in Diálogos de Doutrina Anti-Democrática.
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António José de Brito,
Corrupção,
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Quarta-feira, 14 de Setembro de 2011
Sábado, 10 de Setembro de 2011
Capitão Falcão: um super-herói português
Apesar de se tratar de uma sátira, o conceito parece-me muito engraçado.
Terça-feira, 6 de Setembro de 2011
Domingo, 4 de Setembro de 2011
Sábado, 3 de Setembro de 2011
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