Quinta-feira, 28 de Julho de 2011

Noruega: a pista do cristão fundamentalista

In semanário Minute, edição de 27 de Julho 2011.

Quarta-feira, 27 de Julho de 2011

Os dados que os Mé®dia omitem

Número de atentados em 2010, por Estado e por afiliação.
Fonte: Relatório da Europol.


Como podemos constatar, em 2010, de um total de 249 atentados na UE, zero (0) foram cometidos pela «extrema-direita». Em compensação, 45 foram cometidos pela extrema-esquerda.

Terça-feira, 26 de Julho de 2011

Anders Behring Breivik

«O fim justifica os meios. O mal é o único meio para atingir o fim, o bem.»

Os Protocolos dos Sábios de Sião.

Reler

Segunda-feira, 25 de Julho de 2011

Pintura para hoje

Visão de D. Afonso Henriques na batalha de Ourique de Frei Manuel dos Reis.

A Batalha de Ourique

Era de 1177 [= 1139]: A 25 de Julho na festa de S. Tiago Apóstolo, no undécimo ano do seu reinado, o mesmo rei D. Afonso travou uma grande batalha com o rei dos Sarracenos, de nome Esmar, num lugar que se chama Ourique. Efectivamente aquele rei dos Sarracenos, conhecendo a coragem e a audácia do rei D. Afonso, e vendo que ele frequentemente entrava na terra dos Sarracenos fazendo grandes depredações e vexava grandemente os seus domínios, quis; se fazê-lo pudesse, travar batalha com ele e encontrá-lo incauto e despercebido em qualquer parte. Por isso uma vez, quando o rei D. Afonso com o seu exército entrava por terra dos Sarracenos e estava no coração das suas terras, o rei sarraceno Esmar, tendo congregado grande número de Mouros de além-mar, que trouxera consigo e daqueles que moravam aquém-mar, no termo de Sevilha, de Badajoz, de Elvas, de Évora, de Beja e de todos os castelos até Santarém, veio ao encontro dele para o atacar, confiando no seu valor e no grande número do seu exército, pois mais numerosos era ainda pela presença aí das mulheres que combatiam à laia de amazonas, como depois se provou por aquelas que no fim se encontraram mortas. Como o rei D. Afonso estivesse com alguns dos seus acampado num promontório foi cercado e bloqueado de todos os lados pelos Sarracenos de manhã até à noite. Como estes quisessem atacar e invadir o acampamento dos cristãos, alguns soldados escolhidos destes investiram com eles (Sarracenos), combatendo valorosamente, expulsaram-nos do acampamento, fizeram neles grande carnificina e separaram-nos. Como o rei Esmar visse isto, isto é, o valor dos Cristãos, e porque estes estavam preparados mais para vencer ou morrer do que para fugir, ele próprio se pôs em fuga e todos os que estavam com ele, e toda aquela multidão de infiéis foi aniquilada e dispersa quer pela matança quer pela fuga. Também o rei deles fugiu vencido, tendo sido preso ali um seu sobrinho e neto do rei Ali, de nome Omar Atagor.

Com muitos homens mortos também da sua parte, D. Afonso, com a ajuda da graça de Deus, alcançou um grande triunfo dos seus inimigos, e, desde aquela ocasião, a força e a audácia dos Sarracenos enfraqueceu muitíssimo.


A Batalha de Ourique, segundo a Crónica dos Godos.

Santo do dia

Quinta-feira, 14 de Julho de 2011

Bancocracia

O carácter mais sinistro e anti-social do dinheiro escriturado é a sua não existência. Os bancos devem ao público uma quantia total de dinheiro que não existe. Comprando e vendendo por meio de cheques, só se produz uma troca no particular a quem o dinheiro é devido pelo banco. Enquanto a conta de um cliente é debitada, a de outro cliente é creditada, e os bancos podem continuar a dever indefinidamente essa quantia. Só o capital do grande negócio bancário, tal como existe hoje, beneficia com a emissão de dinheiro. Graças a uma artimanha, tendo começado sem nada próprio, os banqueiros puseram o mundo inteiro a dever-lhes dinheiro. Esse dinheiro nasce cada vez que os bancos "emprestam" e desaparece cada vez que o empréstimo é devolvido. De maneira que, se a indústria pagar tudo, o dinheiro da nação desaparece. É isto que torna tão perigosa a prosperidade, já que destrói o dinheiro justamente quando é mais necessário, precipitando a crise.

Frederick Soddy citado por Joaquín Bochaca in A Finança e o Poder.

Sábado, 9 de Julho de 2011

Fazei a cruzada do sangue...

Repudiastes o Liberalismo. Continuai. Eliminai toda a espécie de cesarismo, mesmo proletário, que não é ainda senão a velada máscara do Liberalismo. No lugar dos conceitos metafísicos, colocai as realidades. Defendei-vos da tirania do Estado; não aceiteis a sua tutela, embora ela vos apareça mais conforme à vossa preguiça. Tratai dos vossos interesses por vossas mãos. Retomai as liberdades que 89 vos roubou, tornai a juntar-vos nas vossas profissões, bani os bons apóstolos que imploram os vossos sufrágios e vão exercer longe de vós um mandato cuja natureza difere totalmente dos vossos interesses. Antes disso, porém, estabelecei garantias do lado do Estado. Exigi-o forte nas suas prerrogativas limitadas. Entregai-o em mãos responsáveis. Defendei-vos dos plutocratas que vos curvariam sob a inflexível lei das suas riquezas e, para vos proteger do oiro, fazei a cruzada do sangue. A eleição está à mercê do oiro, o vosso sangue só a hereditariedade o manterá.
Quando tiverdes um Chefe hereditário, indiferente às flutuações da fortuna errante, estareis garantidos contra aquilo que chamais «o capital», e que é a tirania dos poderes do dinheiro, sempre estranhos aos vossos interesses e às vossas aspirações...


Marcel Azaïs citado por João Ameal in A Revolução da Ordem.

Quarta-feira, 6 de Julho de 2011

Sinagoga de Satanás

Serpentes! Raça de víboras! Como escapareis ao castigo do inferno?
Vede, eu vos envio profetas, sábios, doutores. Matareis e crucificareis uns e açoitareis outros nas vossas sinagogas. Persegui-los-eis de cidade em cidade, para que caia sobre vós todos o sangue inocente derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até o sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem matastes entre o templo e o altar. Em verdade vos digo: todos esses crimes pesam sobre esta raça.
Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas aqueles que te são enviados! Quantas vezes eu quis reunir teus filhos, como a galinha reúne seus pintinhos debaixo de suas asas... e tu não quiseste!
Pois bem, a vossa casa vos é deixada deserta. Porque eu vos digo: já não me vereis de hoje em diante, até que digais: Bendito seja aquele que vem em nome do Senhor.


Mateus 23:33-39

Terça-feira, 5 de Julho de 2011

O Nacional-Socialismo foi apoiado pela Maçonaria?

Hitler, depois de se ter apoiado nas três Grandes Lojas cristãs da Prússia, procedeu segundo o seu admirável costume ariano de morder a mão que lhe dera de comer. Deixou em paz as outras Grandes Lojas – as que o não tinham apoiado nem eram cristãs – e, por intermédio de um tal Goering, intimou aquelas três a dissolverem-se. Elas disseram que sim – aos Goerings diz-se sempre que sim – e continuaram a existir. Por coincidência, foi depois de se tomar essa medida que começaram a surgir cisões e outras dificuldades adentro do partido nazi.

Fernando Pessoa in Da República.

Nota: Fernando Pessoa, apesar de não ser mação, era um profundo conhecedor e defensor da Maçonaria.

Segunda-feira, 4 de Julho de 2011

A bem da República

A revolução legionária

Hoje em dia o mundo inteiro está sob o signo da revolução, mas enquanto que outros povos vivem essa revolução em nome da luta de classes e do primado da economia (comunismo), ou do Estado (fascismo), ou ainda da raça (hitlerismo), o movimento legionário nasceu sob o signo do Arcanjo Miguel e triunfará pela graça divina. Por isso, enquanto todas as revoluções contemporâneas são políticas, a revolução legionária é espiritual e cristã. Enquanto que todas as revoluções contemporâneas têm como objectivo a conquista do poder por uma classe social ou por uma pessoa, a revolução legionária tem como objectivo supremo: a salvação da nação, a reconciliação da nação romena com Deus, como disse o Capitão. Por isso, o sentido do movimento legionário diferencia-se de tudo o que se fez até hoje na história, e a vitória legionária trará consigo não só a restauração das virtudes da nossa nação, uma Roménia valorosa, digna e poderosa, mas criará também um homem novo correspondente a um novo estilo de vida europeia. Um homem novo nunca nasceu de um movimento político, mas sempre de uma revolução espiritual, de uma grande renovação interior.

Mircea Eliade citado por Claudio Mutti in Mircea Eliade e a Guarda de Ferro.