Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011
Domingo, 30 de Janeiro de 2011
Sábado, 29 de Janeiro de 2011
Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011
São Tomás de Aquino e a ideologia maometana

Ele (Maomé) seduziu o povo com promessas de prazer carnal ao qual a concupiscência da carne nos impele. Os seus ensinamentos também continham preceitos que estavam em conformidade com suas promessas, e ele deu rédea solta ao prazer carnal. Em tudo isto, como era de se esperar, ele foi obedecido por homens lascivos. Como provas da verdade de sua doutrina, ele apenas apresentou o que poderia ser apreendido pela habilidade natural de qualquer um com uma sabedoria muito modesta. De facto, as poucas verdades que ele ensinou, ele misturou com muitas fábulas e doutrinas da maior falsidade.
Ele não apresentou quaisquer sinais produzidos de modo sobrenatural, os quais são os únicos que dão testemunho apropriado de inspiração divina; pois uma acção visível que só pode ser divina revela um mestre da verdade com inspiração invisível. Pelo contrário, Maomé disse que foi enviado pelo poder de suas armas – que são sinais dos quais não carecem nem bandidos nem tiranos. E mais: nenhum sábio, nenhum varão experimentado nas coisas divinas e humanas acreditou nele desde o começo (1). Os que nele creram eram homens brutos e andarilhos do deserto, totalmente ignorantes dos ensinamentos divinos, por cuja multidão Maomé forçou os outros a tornarem-se seus seguidores, pela violência de suas armas. Tão-pouco os pronunciamentos divinos da parte dos profetas anteriores lhe dão qualquer testemunho. Pelo contrário, ele perverte quase todo o testemunho do Velho e do Novo Testamento, utilizando-se deles para criar uma invenção própria sua, como pode ser visto por qualquer um que examine sua lei. Foi, portanto, uma decisão astuta de sua parte proibir a seus seguidores de lerem o Velho e o Novo Testamento, para que estes livros não os convencessem de sua falsidade. Assim, fica claro que os que depositam fé em suas palavras crêem por tolice.
– São Tomás de Aquino in Summa Contra Gentiles.
----------
(1) Sura 21:5, Sura 44:14; Sura 16:103, Sura 37:36
Ele não apresentou quaisquer sinais produzidos de modo sobrenatural, os quais são os únicos que dão testemunho apropriado de inspiração divina; pois uma acção visível que só pode ser divina revela um mestre da verdade com inspiração invisível. Pelo contrário, Maomé disse que foi enviado pelo poder de suas armas – que são sinais dos quais não carecem nem bandidos nem tiranos. E mais: nenhum sábio, nenhum varão experimentado nas coisas divinas e humanas acreditou nele desde o começo (1). Os que nele creram eram homens brutos e andarilhos do deserto, totalmente ignorantes dos ensinamentos divinos, por cuja multidão Maomé forçou os outros a tornarem-se seus seguidores, pela violência de suas armas. Tão-pouco os pronunciamentos divinos da parte dos profetas anteriores lhe dão qualquer testemunho. Pelo contrário, ele perverte quase todo o testemunho do Velho e do Novo Testamento, utilizando-se deles para criar uma invenção própria sua, como pode ser visto por qualquer um que examine sua lei. Foi, portanto, uma decisão astuta de sua parte proibir a seus seguidores de lerem o Velho e o Novo Testamento, para que estes livros não os convencessem de sua falsidade. Assim, fica claro que os que depositam fé em suas palavras crêem por tolice.
– São Tomás de Aquino in Summa Contra Gentiles.
----------
(1) Sura 21:5, Sura 44:14; Sura 16:103, Sura 37:36
Etiquetas:
Catolicismo,
Islamismo,
São Tomás de Aquino,
Tradição
Os judeus perante as Invasões Mouras
No ano de 711, a Espanha foi conquistada pelos muçulmanos e os judeus saudaram a sua vinda com júbilo. Eles regressaram a Espanha dos países para onde haviam fugido. Eles saíram ao encontro dos conquistadores, ajudando-os a tomar as cidades de Espanha.
– Deborah Pessin in The Jewish People.
Os barbarescos ajudaram o movimento Árabe a estender-se até Espanha, enquanto os judeus sustentavam o empreendimento ao mesmo tempo com homens e com dinheiro. Em 711, os barbarescos comandados por Tarik cruzaram o Estreito e ocuparam a Andaluzia. Os judeus convergiram com piquetes de tropas e guarnições para o distrito.
– Josef Kastein in History and Destiny of the Jews.
Nota: Ambos os autores citados são judeus.
– Deborah Pessin in The Jewish People.
Os barbarescos ajudaram o movimento Árabe a estender-se até Espanha, enquanto os judeus sustentavam o empreendimento ao mesmo tempo com homens e com dinheiro. Em 711, os barbarescos comandados por Tarik cruzaram o Estreito e ocuparam a Andaluzia. Os judeus convergiram com piquetes de tropas e guarnições para o distrito.
– Josef Kastein in History and Destiny of the Jews.
Nota: Ambos os autores citados são judeus.
Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011
Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011
Domingo, 23 de Janeiro de 2011
Sábado, 22 de Janeiro de 2011
Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2011
Terça-feira, 18 de Janeiro de 2011
Do candidato Alegre
Algumas leituras:
O Bando de Argel
Sobre o desertor Manuel Alegre
O Bando de Argel
Sobre o desertor Manuel Alegre
Etiquetas:
Bastardos,
Esquerda Caviar,
Manuel Alegre,
Socialismo
Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2011
Ainda a judaico-maçonaria
Depois de Lenin e a maçonaria, agora Trotsky e a maçonaria.
Etiquetas:
Internacionalismo,
Judaísmo,
Maçonaria,
Socialismo
Domingo, 16 de Janeiro de 2011
Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011
O Estado português não é pessoa de bem
Um Estado que promove o Mal organizado através de «uma Associação registada sob a Lei Portuguesa dedicada à divulgação e defesa do Satanismo em Portugal», não é uma pessoa de bem. Um Estado assim deve ser combatido com todos os meios possíveis, sem dó nem piedade. A nossa própria Salvação depende disso.
Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2011
Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011
Anti-semitismo
Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão. Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu. Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos por leis determinadas até por princípios opostos, e se não tinham os mesmos costumes e eram distintos no espírito de suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os próprios judeus, e não entre os seus antagonistas.
– Bernard Lazare in L'antisémitisme: son histoire et ses causes.
– Bernard Lazare in L'antisémitisme: son histoire et ses causes.
Judeu-bolchevismo
Da Enciclopédia Judaica:
Socialism: Theory of civil polity which advocates public collective ownership, production, and distribution. Jews have been prominently identified with the modern Socialist movement from its very inception. The small circle of the first disciples of Saint-Simon in the third decade of the nineteenth century numbered among its members two Jewish young men of Portuguese origin, the brothers Isaac and Emile Péreire. A generation later, when the apostles of Saint-Simonism had distinguished themselves in various fields of science and industry, the Péreire brothers won fame and fortune as the builders of the first French railway, and became the leading bankers and financiers of the second empire.
Leitura complementar: Comunismo por Fernando Pessoa.
Socialism: Theory of civil polity which advocates public collective ownership, production, and distribution. Jews have been prominently identified with the modern Socialist movement from its very inception. The small circle of the first disciples of Saint-Simon in the third decade of the nineteenth century numbered among its members two Jewish young men of Portuguese origin, the brothers Isaac and Emile Péreire. A generation later, when the apostles of Saint-Simonism had distinguished themselves in various fields of science and industry, the Péreire brothers won fame and fortune as the builders of the first French railway, and became the leading bankers and financiers of the second empire.
***
Leitura complementar: Comunismo por Fernando Pessoa.
Judaico-maçonaria
É certo que havia judeus junto ao berço da Maçonaria – judeus cabalistas, como alguns ritos que foram preservados o comprovam. Nos anos que precederam a Revolução Francesa, eles muito provavelmente entraram em grande número nos conselhos da sociedade e fundaram suas próprias sociedades secretas. Havia judeus ao redor de Weishaupt, e Martinez de Pasqualis, um judeu de origem portuguesa, organizou vários grupos de Illuminati na França, recrutando muitos adeptos, a quem ensinava a doutrina da reintegração. As lojas fundadas por Martinez eram místicas, enquanto as outras ordens da Maçonaria eram mais racionalistas. Isso permite dizer que as sociedades secretas representavam os dois lados da mente judaica: racionalização prática e panteísmo.
– Bernard Lazare in L'antisémitisme: son histoire et ses causes.
Leitura complementar: Lenin e a maçonaria.
– Bernard Lazare in L'antisémitisme: son histoire et ses causes.
***
Leitura complementar: Lenin e a maçonaria.
Etiquetas:
Anti-Cristo,
Bernard Lazare,
Judaísmo,
Maçonaria
Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011
Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011
Domingo, 9 de Janeiro de 2011
Sobre a obra de Pitirim Sorokin

Em "Social and Cultural Dynamics", Sorokin escreveu que as culturas civilizadas não entram por elas mesmas em declínio mas antes oscilam entre diversas fases culturais. A primeira destas é, segundo ele, a fase "ideacional". A segunda é a fase "sensorial". A terceira fase é uma mistura equilibrada das duas primeiras, que Sorokin denomina "idealística" ou "mista". Estas fases duram algumas centenas de anos, período durante o qual uma perspectiva cultural única e totalmente integrada, ou um "super-sistema" para usar o vocabulário de Sorokin, chega a dominar as artes, a literatura, a música, a filosofia, a religião, as ciências, o modo de governo, etc. É preciso compreender que no sistema de Sorokin as formas ideacionais e sensoriais da cultura estão em oposição radical uma com a outra.
A fase ideacional tem um exemplo paradigmático no tipo de cultura que se encontrava na Europa ocidental na Idade Média ou no Império bizantino, mais ou menos entre o reinado de Teodósio o Grande e a conquista turca de 1453, ou ainda na Rússia anterior a Pedro o Grande. Esta fase caracteriza-se por uma visão da realidade que coloca em primeiro lugar as verdades espirituais. Isso não significa obviamente que os homens que vivem numa época dominada por uma cultura ideacional se desinteressem totalmente das coisas materiais, que não comprem nem vendam nem acumulem riqueza. Sorokin quer dizer, mais simplesmente, que a maior parte dos homens, numa tal sociedade, tomam a realidade espiritual como a preocupação dominante da sua existência. Sorokin escreve que a maioria dos homens, nestas fases, não fogem necessariamente do mundo, "mas esforçam-se para o conduzir a Deus", quer dizer, em transformar o mundo e o reformar de acordo com os valores ideacionais ou espirituais. A cultura ideacional é fortemente ascética, tanto como espiritualizada, o que implica que o seu modo de pensar "facilita o domínio do homem sobre si mesmo".
A segunda fase é a qualificada de "sensorial", sendo esta a fase que atravessa a civilização europeia nos cinco ou seis últimos séculos, segundo Sorokin. Contrastando com a cultura ideacional, a cultura "sensorial" toma a realização das necessidades físicas como a finalidade da existência. Para utilizar os termos de Sorokin, este tipo de cultura não "vê a realidade senão pelo que nela se apresenta aos órgãos dos sentidos; este tipo de cultura não procura nenhuma realidade "supra-sensorial", ou seja espiritual, e não acredita em nenhuma realidade desta natureza". Por consequência, do ponto de vista de toda a cultura "sensorial", "a verdade ou a fé cristã, a revelação e Deus – na realidade toda a religião e movimentos cristãos – não podem aparecer como outra coisa senão absurdos e superstições". No decurso de uma era "sensorial", mesmo as personalidades que têm crenças espirituais procuram adaptar os deveres induzidos pela espiritualidade às suas necessidades e desejos materiais, e não o contrário. Enquanto uma cultura de tipo ideacional se esforça por ajudar o homem a controlar-se, como já se disse, "a mentalidade sensorial leva ao domínio do homem sobre o mundo exterior", ou pelo menos tenta realizar esse género de programa.
Mostra-se claramente, assim, que a fase "sensorial" abre uma era onde o materialismo e o mercantilismo são triunfantes. Mais ainda, enquanto a sociedade ideacional é intrinsecamente conservadora e favorece a permanência, procurando estabelecer um sistema de valores imutável e absoluto, qualquer sociedade sensorial se compraz em proceder a mudanças constantes. O seu sistema de valores tende a ser utilitário, como é próprio de uma sociedade submetida a fluxos constantes. Resumindo a distinção entre as formas ideacionais e sensoriais da cultura, Sorokin observa que o homem inserido numa cultura ideacional "espiritualiza o que lhe é exterior, mesmo o mundo inorgânico" enquanto o homem inserido numa cultura sensorial vai inevitavelmente "mecanizar e materializar tudo, até o seu próprio eu espiritual e imaterial".
– James Thornton (tradução de Manuel Azinhal) in Sobre a obra de Pitirim Sorokin.
A fase ideacional tem um exemplo paradigmático no tipo de cultura que se encontrava na Europa ocidental na Idade Média ou no Império bizantino, mais ou menos entre o reinado de Teodósio o Grande e a conquista turca de 1453, ou ainda na Rússia anterior a Pedro o Grande. Esta fase caracteriza-se por uma visão da realidade que coloca em primeiro lugar as verdades espirituais. Isso não significa obviamente que os homens que vivem numa época dominada por uma cultura ideacional se desinteressem totalmente das coisas materiais, que não comprem nem vendam nem acumulem riqueza. Sorokin quer dizer, mais simplesmente, que a maior parte dos homens, numa tal sociedade, tomam a realidade espiritual como a preocupação dominante da sua existência. Sorokin escreve que a maioria dos homens, nestas fases, não fogem necessariamente do mundo, "mas esforçam-se para o conduzir a Deus", quer dizer, em transformar o mundo e o reformar de acordo com os valores ideacionais ou espirituais. A cultura ideacional é fortemente ascética, tanto como espiritualizada, o que implica que o seu modo de pensar "facilita o domínio do homem sobre si mesmo".
A segunda fase é a qualificada de "sensorial", sendo esta a fase que atravessa a civilização europeia nos cinco ou seis últimos séculos, segundo Sorokin. Contrastando com a cultura ideacional, a cultura "sensorial" toma a realização das necessidades físicas como a finalidade da existência. Para utilizar os termos de Sorokin, este tipo de cultura não "vê a realidade senão pelo que nela se apresenta aos órgãos dos sentidos; este tipo de cultura não procura nenhuma realidade "supra-sensorial", ou seja espiritual, e não acredita em nenhuma realidade desta natureza". Por consequência, do ponto de vista de toda a cultura "sensorial", "a verdade ou a fé cristã, a revelação e Deus – na realidade toda a religião e movimentos cristãos – não podem aparecer como outra coisa senão absurdos e superstições". No decurso de uma era "sensorial", mesmo as personalidades que têm crenças espirituais procuram adaptar os deveres induzidos pela espiritualidade às suas necessidades e desejos materiais, e não o contrário. Enquanto uma cultura de tipo ideacional se esforça por ajudar o homem a controlar-se, como já se disse, "a mentalidade sensorial leva ao domínio do homem sobre o mundo exterior", ou pelo menos tenta realizar esse género de programa.
Mostra-se claramente, assim, que a fase "sensorial" abre uma era onde o materialismo e o mercantilismo são triunfantes. Mais ainda, enquanto a sociedade ideacional é intrinsecamente conservadora e favorece a permanência, procurando estabelecer um sistema de valores imutável e absoluto, qualquer sociedade sensorial se compraz em proceder a mudanças constantes. O seu sistema de valores tende a ser utilitário, como é próprio de uma sociedade submetida a fluxos constantes. Resumindo a distinção entre as formas ideacionais e sensoriais da cultura, Sorokin observa que o homem inserido numa cultura ideacional "espiritualiza o que lhe é exterior, mesmo o mundo inorgânico" enquanto o homem inserido numa cultura sensorial vai inevitavelmente "mecanizar e materializar tudo, até o seu próprio eu espiritual e imaterial".
– James Thornton (tradução de Manuel Azinhal) in Sobre a obra de Pitirim Sorokin.
Quarta-feira, 5 de Janeiro de 2011
Terça-feira, 4 de Janeiro de 2011
Que fazer?

De pé, olhos bem abertos, face ao Inimigo, unidos em bloco firme, os dentes cerrados, resistir, combater até à morte, na defesa do Património sagrado que herdamos, para, ao menos, salvarmos a honra do nosso nome.
Descer as pontes da fortaleza – jamais!
Doutrinador de Portugalidade, – dirijo-me, daqui, a todos quantos sentem a grandeza do nome de Portugal, e lhes marco o dever de reagir, na medida das forças de cada um.
Não lhes aponto a Vitória, a nossa Vitória – porque não creio nela – pois fizemos tudo para que ela nos voltasse as costas... Fizemos é um modo de dizer. Fizeram...
Aponto-lhes o Martírio heróico, o Sacrifício incomparável, o finis Europae, a que aludiu, outro dia o Osservatore Romano, porque esse será o nosso destino.
(...)
Quando no céu magnífico da nossa Península, se cruzarem os mastodontes da morte, deixando cair na terra as bombas atómicas que hão-de pulverizar as nossas cidades, as nossas vilas, as nossas aldeias, os nossos lares, reduzindo a montões de cadáveres irreconhecíveis, os milhões de homens que a habitam, gritemos todos, enquanto pudermos:
– Portugal! Portugal! Portugal!
– Alfredo Pimenta in Em defesa da Portugalidade.
Descer as pontes da fortaleza – jamais!
Doutrinador de Portugalidade, – dirijo-me, daqui, a todos quantos sentem a grandeza do nome de Portugal, e lhes marco o dever de reagir, na medida das forças de cada um.
Não lhes aponto a Vitória, a nossa Vitória – porque não creio nela – pois fizemos tudo para que ela nos voltasse as costas... Fizemos é um modo de dizer. Fizeram...
Aponto-lhes o Martírio heróico, o Sacrifício incomparável, o finis Europae, a que aludiu, outro dia o Osservatore Romano, porque esse será o nosso destino.
(...)
Quando no céu magnífico da nossa Península, se cruzarem os mastodontes da morte, deixando cair na terra as bombas atómicas que hão-de pulverizar as nossas cidades, as nossas vilas, as nossas aldeias, os nossos lares, reduzindo a montões de cadáveres irreconhecíveis, os milhões de homens que a habitam, gritemos todos, enquanto pudermos:
– Portugal! Portugal! Portugal!
– Alfredo Pimenta in Em defesa da Portugalidade.
Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011
Causas vencidas

Admirável coisa esta de defender causas vencidas, homens vencidos, sobre que as vagas alterosas da Vitória passam, altaneiras e invencíveis! Com essa defesa, não se colhem bens, nem louros; colhem-se antes desgostos e lágrimas. Mas fica-nos a consciência tão límpida como água que brota de rocha virgem...
– Alfredo Pimenta in Três Verdades Vencidas: Deus, Pátria, Rei.
– Alfredo Pimenta in Três Verdades Vencidas: Deus, Pátria, Rei.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



