Segunda-feira, 3 de Outubro de 2011

Usura

O sistema bancário foi concebido na iniquidade e nasceu no pecado. Os banqueiros internacionais possuem o mundo. Tirai-lhes tudo o que têm, mas deixai-lhes o poder de criar depósitos e, com umas tantas penadas, criarão depósitos suficientes para recuperar tudo outra vez. Mas, se lhes tirais o poder de criar dinheiro, todas as grandes fortunas desaparecerão, incluindo a minha, o que, em contra-partida, faria que este mundo fosse muito mais feliz. Mas, se quereis continuar a ser escravos dos bancos e pagar os custos da vossa própria escravidão, então deixai-os continuar a criar depósitos.

Josiah Stamp citado por Joaquín Bochaca in A Finança e o Poder.

5 comentários:

pvnam disse...

Quando se assinala o facto dos Estados estarem cada vez mais vulneráveis face às oligarquias financeiras... não podemos de deixar de referir (entre outros) o factor Terrorismo_CGTP:
- face a uma entidade pagadora em deficit (leia-se Estado), eles apresentavam propostas de aumentos - E NÃO - propostas de orçamentos... leia-se, queriam mais dinheiro não importa vindo de onde... leia-se, jubilavam quando os aumentos vinham... e... varriam para debaixo do tapete o facto da entidade pagadora ter necessidade de pedir dinheiro emprestado a (perigosos) especuladores, e necessidade de vender activos...


ANEXO:
Olha mais um a dar um empurrãozinho...
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-> A superclasse (alta finança internacional - capital global, e suas corporações) não só pretende conduzir os países à IMPLOSÃO da sua Identidade (dividir/dissolver identidades para reinar)... como também... pretende conduzir os países à IMPLOSÃO económica/financeira.
-> Só não vê quem não quer: está na forja um caos organizado por alguns - a superclasse: uma nova ordem a seguir ao caos... a superclasse ambiciona um neo-feudalismo.
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-> Para além da SUBSTITUIÇÃO POPULACIONAL [nota: não-nativos já naturalizados estão com uma demografia imparável em relação aos nativos]... também tivemos um que dizia «Há vida para além do deficit» [nota: pois há - a perda de soberania nacional]... etc... e também temos mais um a dar um empurrãozinho - JORNAL DE NEGÓCIOS, 15 Setembro 2011, George Soros: «é preciso um Ministério das Finanças europeu, com poder para decretar impostos e para emitir dívida».


ANEXO 2:
Os povos em dificuldades... não se podem andar por aí a queixar... porque... «não são filhos de nenhum cabo especialista»!
De facto, HÁ SÉCULOS E SÉCULOS QUE É A MESMA COISA:
- sempre que um agiota quer 'deitar a luva' aos bens de alguém... o agiota acena com empréstimos... que sabe que não vão conseguir pagar... RESULTADO FINAL: quem foi atrás do aceno de empréstimos (feito pelo agiota) fica na miséria... e o agiota fica com os seus bens!
Hoje em dia, mega-agiotas não se limitam a acenar a famílias... eles acenam a países inteiros!


P.S.
-> Muito muito mais importante do que a crise... é o DIREITO À SOBREVIVÊNCIA!
Resumindo e concluindo:
- há que 'cortar' com aqueles que criticam a repressão dos Direitos das mulheres… e em simultâneo, para cúmulo,… defendem que se deve aproveitar a ‘boa produção’ demográfica proveniente de determinados países [aonde essa 'boa produção' foi proporcionada precisamente pela repressão dos Direitos das mulheres]… para resolver o deficit demográfico na Europa!;
- há que 'cortar' com aquele pessoal (vulgo Terrorismo_CGTP) que 'martelam' os mais fracos (um ex: aqueles que, como eu, estão dependentes dos transportes públicos para ir trabalhar)... e que (quando vêm os aumentos) varrem para debaixo do tapete o facto da entidade pagadora ter necessidade de pedir dinheiro emprestado a (perigosos) especuladores, etc;
- não vamos ser uns 'parvinhos-à-Sérvia'... ou seja, antes que seja tarde demais, há que mobilizar aquela minoria de europeus que possui disponibilidade emocional para se envolver num projecto de luta pela sobrevivência... e SEPARATISMO!...

Rambo disse...

Culpam a Finança, mas eu não vejo razão decente para essa postura. Onde está a responsabilidade individual no meio desta crise toda? O banco oferece crédito barato (já agora, só oferece crédito a juros baixos porque a entidade central primeiramente providenciou crédito também ele "barato" a essa mesma entidade bancária), e estão a querer defender que o cliente é obrigado a aceitar a oferta? Quem obrigou os portugueses a comprarem segundo carro, talvez segunda casa? O banco?

Mais do que a falência de um modelo económico, e eu sou fã inabalável do sistema capitalista, é o fracasso do modelo de regulação e, principalmente, supervisão a falha mais gritante desde sempre.

O Estado é sempre o primeiro a aterrorizar o contribuinte incumpridor, enviando-lhe cartas ameaçadoras sempre que este não cede à teta extorsionária do Estado.

As empresas públicas acumulam dívidas superiores a 35 mil milhões de euros, dos quais 25 são devidos a entidades bancárias nacionais, que por sua vez, por culpa de falta de liquidez, são obrigadas a cortar o crédito à economia, e fodendo novamente quem? Claro, o contribuinte, mas o do sector privado, não o mamão que tem sofá confortável garantido no erário público.

Da mesma forma que alguns executivos bancário se comportaram imoral e criminalmente, não é de todo diferente o comportamento do Estado e dos vis sindicatos que temos em Portugal, principalmente a marxista CGTP, maior nojice que trota neste Portugal falido.

Portugal é um regime exemplar do Socialismo. O Estado está em todo o lado, e quem quiser singrar tem obrigatoriamente - infelizmente - de o ter na equação, de o tratar bem, de o apaparicar, de lhe dar beijinhos, senão é comido.

Curioso, ou talvez não, é que quem mais critica o sector financeiro/bancário (PCP, BE e Função Pública e seus representantes) é quem mais depende dele. Se o sector financeiro/bancário não tem estado presente para emprestar capital para cobrir sucessivos défices orçamentais e de exploração, não havia nem Estado, ou então um marcadamente mais limitado no seu modo de actuação perante o país e a economia, e não existiria sequer transportes públicos.


A Grécia é um exemplo clássico do abuso do sector público sobre o privado, mas a comunicação social europeia, com a nobre excepção de alguns que não são bafejados pela mentalidade económica de Esquerda, não noticia o conflito interno que se sente no país, opondo o sector privado, atolado por impostos e a viver num sistema de tratamento dual, com benefício claro e imoral para o público, ao público.

Quer-se liberalizar os transportes, oferecendo concorrência ao público, e os miseráveis sindicatos marxistas gregos choram mundos e fundos. Quer-se eliminar, entre variados outros exemplos, o monopólio dos táxis, e estes vêm para a rua clamar contra a "intervenção externa".

Ao contrário deste blogue, o qual acompanho regularmente, não sou minimamente "adepto" de Salazar ou da extrema-direita (se o fosse, a minha vida rotular-me-ia como um hipócrita desavergonhado), mas sou dos primeiros a condenar o 25 de Abril económico, não o político.

Stiliano disse...

Hi! Very nice post!

Carlos Portugal disse...

Caro Rambo:
O estado não mais é do que um assalariado da grande finança, um poder executivo dos grandes grupos globalistas... E não estou a falar de cor, acredite...
Cumprimentos

Anónimo disse...

vejam o que os sionistas fizeram ao EUA!


este vídeo abaixo é apenas um de milhares que nos ajudam a entender o porque da segregação racial ser tão necessária para o bem estar dos americanos brancos !

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deficiente mental é covardemente agredida por "jovens"!
http://www.youtube.com/watch?v=p7KHmfFQkLY&feature=player_embedded
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outra fonte:
http://www.worldstarhiphop.com/videos/video.php?v=wshhTtJkZ2NTp3Z0N4RX