Quinta-feira, 28 de Julho de 2011

Noruega: a pista do cristão fundamentalista

In semanário Minute, edição de 27 de Julho 2011.

10 comentários:

Ferdinand disse...

Essa ficou óptima!

Skedsen disse...

Correctíssimo. Como é que alguém que se diz nacionalista é maçon ao mesmo tempo?? Está bom de ver que toda esta história não é nada do que parece...

O Reaccionário disse...

Até agora os Mé®dia ainda não referiram a ligação de Anders Breivik à Maçonaria. Por exemplo, o Jornal da Tarde da TVI acabou agora de classificá-lo como um «cristão» e «fundamentalista de extrema-direita», mas nenhuma palavra sobre a Maçonaria.

Arvoredo disse...

«cristão» e «fundamentalista de extrema-direita» são termos correctos, pois Anders Behring Breivik segue David Irving, que tem em seu séquito entre outros famosos o Bishop Richard Williamson.

http://www.thejc.com/news/uk-news/51490/holocaust-denier-bishop-richard-williamson-loses-appeal
e
http://antiracistaction.org/david-irving-2011-tour-attacked

O Reaccionário disse...

Arvoredo,

As suas declarações são típicas de um charlatão a tentar enganar idiotas úteis. Mas comigo você não tem essa sorte! As suas fábulas aqui não vingam!

David Irving é um historiador inglês, especialista em História Militar, conhecido por negar as estatísticas do holocausto – o que já lhe valeu a prisão!
Anders Breivik é um maçom, sionista e terrorista norueguês, que está referenciado pelo International Institute for Counter-Terrorism como pró-Israel, anti-racista e anti-nazi.
Que relação tem Breivik com Irving? Nenhuma! Não há nada que ligue Anders Breivik a David Irving.

Além disso, o que é que o «negacionismo» tem a ver com o terrorismo? O holocausto não é um acontecimento histórico? Porque é que não pode ser discutido? Porque é que preferem prender os «negacionistas»?

Mas admitamos que Breivik era de facto um seguidor de Irving. Em que é que isso o torna conhecido de Richard Williamson? Ou melhor ainda, em que é que isso o torna «cristão»? O facto de uma pessoa conhecer outra, que por sua vez conhece uma terceira, não faz dessa pessoa conhecida da terceira!

Arvoredo disse...

Judeu, Cristão, Aiatolá, Maçon, não importa.

O que os três têm em comum? Irwing, Williamson e Anders são um bando de racistas e todos agiram com má fé com o público num período muito recente. Qualquer que seja a fé religiosa de qualquer um dos três, por mais "explosiva" que ela seja, já foi quebrada e não existe mais, servindo apenas como uma máscara para o ódio que tomou seu lugar. E no final é por esse ódio por outrem que os três devem ser repreendidos.
Sim, todos seguem a história completa das novelas de Irwing, onde ele nega o Holocausto, mas também subverte a história de Chuchill (http://www.ihr.org/jhr/v07/v07p498_Okeefe.html) na Segunda Guerra, politicas de imigração na Europa e os atentados de 9/11.
É lógico que as histórias de Irwing são das melhores e ninguém tem nada com isso. Exceto quando se começa a acreditar nelas.
E se por acaso do destino um desses tipos apoia judeus, outro apoia cristãos e outro apoia os nazistas (mesmo que cada um em detrimento dos demais) ainda entendo que o resultado final é um grande nada :-)

Anónimo disse...

A partir do final da II Guerra e até princípios de 1946, muitos escritores e jornalistas lançaram o número de 11 milhões, como sendo esta a quantidade de judeus exterminados. Outros, apesar de tudo mais moderados, contentaram-se com 8 milhões. Foram-se afinando os violinos e durante algum tempo subsistiu o número de 7 milhões e meio. Finalmente oficializou-se o de 6 milhões, embora no julgamento-assassínio de Eichman em Jerusalém, a promotoria ter referido só 5.700.000. Bom, mas para efeito de controvérsia fiquemos nos 6 milhões.

Segundo fontes oficiais judaicas (vide "New York Times" de 11/1/45, o qual reproduz dados oficiais da "American Jewish Conference") o número de judeus residentes na Europa por altura da subida ao poder do Nacional-Socialismo, em 1933, era de 5.600.000, incluindo os que viviam na URSS e que o Exército alemão dificilmente poderia ter capturado. É de uma lógica cristalina supor que os judeus tratassem de se proteger atrás do Exército Vermelho em vez de esperar tranquilamente que os alemães os conduzissem a campos de concentração.

Duas fontes díspares: uma suíça ("Baseler Nachrichten" de 13/4/46) e outra judaica ("Aufbau", jornal judeu escrito em yiddisch, de 13 de Agosto de 1948. Este jornal publica-se em Nova York.) coincidem no número de judeus que emigraram, entre 1933 e 1945, para a Inglaterra, Suécia, Suíça, Península Ibérica, Canadá, EUA, América Latina, Austrália, Índia, África e Palestina: cerca de 1.440.000, procedentes da Alemanha, Áustria, Checoslováquia e em menor escala da Polónia, Roménia e Hungria. Por outro lado, o número de judeus que viviam em países neutrais, sem contar os recentemente imigrados, era segundo o "World Almanac" de 1942, pág. 594, de 413.128.

Isto é, dos 5.600.000 judeus que viviam na Europa em 1933, podemos eliminar como possíveis vítimas dos nazis 1.440.000, mais de 413.128 que já residiam em países neutrais (Inglaterra, Gibraltar, Portugal, Espanha, Suécia, Suíça, Irlanda e Turquia europeia), o que reduz o número para 3.746.872.

Mas este número não é ainda o definitivo. Para se chegar ao máximo de judeus que estiveram dentro do raio de acção dos nazis (não propriamente os que foram internados, pois os judeus eram parte preponderante de todos os movimentos de resistência anti-alemã) há que descontar os que viviam na parte oriental da Polónia e nos países bálticos (subjugados pela URSS), e ainda os que foram evacuados para longe dos alemães. Segundo o historiador judeu Reitlinger, na sua obra "Die Endlosung", pág. 34, o número de judeus emigrados para a área controlada pela União Soviética e portanto postos a salvo, era de 1.550.000. Isto baixa o número para 2.196.872. Outro judeu, Freilig Foster, na revista "Collier's Magazine" de 9/6/1945, assegura que "desde 1939 até à invasão nazi da União Soviética, 2.200.000 judeus dos ghettos do Leste europeu encontraram a salvação na União Soviética". Assim entre 2.200.000 e 1.550.000, há uma diferença de 650.000, que poderemos subtrair a 2.196.872, o que dá agora 1.546.872.

(continua)

Anónimo disse...

(continuação)

Para já, dos 6 milhões já só temos pouco mais de 1 milhão e meio! Mas, segundo a publicação "Unity in Dispersion", pág. 377, do "World Jewish Congress", "a maioria dos judeus alemãs conseguiu abandonar a Alemanha antes que a guerra estalasse". Dos 280.000 judeus austríacos 220.000 emigraram, assim como 260.000 dos 420.000 judeus checos.

Na verdade, só ficaram nestes países a que podemos chamar o GrossDeutschland, depois de 1939, cerca de 360.000 judeus.

Não precisaríamos de ir mais longe mas, na sequência do que temos vindo a demonstrar, foquemos um outro aspecto: em 1938 existiam no mundo, segundo o "World Almanac" de 1947 e que se baseia nos números fornecidos pelo "American-Jewish Comittee" e pelo "Statistical Bureau of American Synagogues", exactamente 15.688.259 judeus. Dez anos depois, ou seja, depois das "perseguições nazis" e do pretenso holocausto dos 6 milhões, havia em todo o mundo entre 15.600.000 e 18.700.000 judeus, conforme um artigo publicado no "New York Times" de 22/2/1948 (o proprietário deste jornal é o judeu e sionista Arthur Sulzberger) e subscrito por Hanson William Baldwin, homem muito conhecedor em questões demográficas.

Se tirássemos 6 milhões a 15.600.00, restariam 9.600.000 judeus... Só que entre 1938 e 1948 - época que inclui os anos da guerra e o pretenso holocausto de 6 milhões - a população judaica não sofreu qualquer alteração! Não cabe na cabeça de um preto que os judeus conseguissem em 10 anos, mesmo que todos os fisicamente aptos se dedicassem exclusivamente à procriação com todas as mulheres da sua raça, com idades compreendidas entre os 12 e os 60 anos, que houvesse um aumento de população quase da ordem dos 100%. Isso é totalmente contrário às leis da genética, por muito sexualmente obcecados que sejam os irmãos de Freud!

pvnam disse...

Devem os portugueses abdicar da existência duma Pátria sua?



Bom,
-> apesar de muito pessoal estar-se a borrifar para 'isto': querem é curtir... [nota: estão no seu Direito];
-> apesar de muito pessoal ser adepto da competição global... [nota: estão no seu Direito];
-> apesar de os portugueses não serem a nação mais antiga da História;
---> será que os portugueses devem abdicar da existência duma Pátria sua?
RESPOSTA: na minha opinião, NÃO!


---> Quando se fala em SEPARATISMO... não se está a falar em apartheid, mas sim, em separatismo puro e duro: uma Nação, uma Pátria, um Estado.


Nota 1: Como é óbvio, a Nação mais antiga da História - os Judeus - não abdica duma Pátria sua.
Nota 2: Ao contrário dos Judeus que fizeram uma TRANSIÇÃO BRUSCA... eu penso que a transição para o separatismo-50-50 deveria ser uma TRANSIÇÃO GRADUAL (de algumas décadas).



P.S.
-> Uma NAÇÃO é uma comunidade de indivíduos de uma mesma matriz racial que partilham laços de sangue, com um património etno-cultural comum.
-> Uma PÁTRIA é a realização e autodeterminação de uma Nação num determinado espaço.
-> Ora, existindo não-nativos JÁ NATURALIZADOS com uma demografia imparável em relação aos nativos... como seria de esperar, abunda por aí muita conversa para 'parvinhos-à-Sérvia'.

O Reaccionário disse...

Arvoredo,

«Judeu, Cristão, Aiatolá, Maçon, não importa.»

Importa sim! Até porque o Judaísmo, o Islamismo e a Maçonaria são religiões adversas ao Cristianismo, única religião verdadeira. Quem o afirma é o próprio Deus encarnado.

«O que os três têm em comum? Irwing, Williamson e Anders são um bando de racistas e todos agiram com má fé com o público num período muito recente.»

David Irving e Richard Williamson são racistas porque recusam a forma como um determinado evento histórico é contado? Quem discutir o holocausto age de má-fé? E mesmo que isso fosse verdade, o que é que Anders Breivik tem a ver com isso? Uma mentira não se torna verdade por ser repetida muitas vezes! Pois, tal como já disse anteriormente, não há nada que ligue David Irving e Richard Williamson a Anders Breivik. Só uma pessoa mal intencionada pode afirmar uma coisa dessas. Breivik não é «negacionista» como Irving, nem católico como Williamson. Além disso, no Manifesto de Anders Breivik não há qualquer referência a David Irving ou Richard Williamson.

«E no final é por esse ódio por outrem que os três devem ser repreendidos.»

Ou seja, David Irving e Richard Williamson devem ser presos por não acreditarem na propaganda aliada de que 6 milhões de judeus foram deliberadamente assassinados? Quem discordar de vocês deve ser preso? E depois os outros é que são «odiosos»!

«Sim, todos seguem a história completa das novelas de Irwing»

A menos que você tenha provas do que afirma, ao associar David Irving e Richard Williamson a Anders Breivik está a incorrer num crime de difamação.
Volto a frisar: não há nada que ligue David Irving e Richard Williamson a Anders Breivik. Isso é pura invenção, pura propaganda.

«onde ele nega o Holocausto, mas também subverte a história de Chuchill (http://www.ihr.org/jhr/v07/v07p498_Okeefe.html) na Segunda Guerra, politicas de imigração na Europa e os atentados de 9/11.»

E o que é que o trabalho académico de David Irving tem a ver com Anders Breivik? O que é que isso importa para o caso? Será uma manobra de diversão para afastar as atenções da maçonaria?

«E se por acaso do destino um desses tipos apoia judeus, outro apoia cristãos e outro apoia os nazistas (mesmo que cada um em detrimento dos demais) ainda entendo que o resultado final é um grande nada :-)»

«O resultado final é um grande nada»? Que sentimento é esse que une pró-sionistas e anti-sionistas, pró-maçons e anti-maçons, pró-cristãos e anti-cristãos num «grande nada»? Acaso o Arvoredo é um bruxo, conhecedor desse espírito oculto que une sentimentos opostos em «nada»?

Arvoredo: Esta foi a última vez que permiti um comentário seu. As suas vigarices pseudo-intelectuais não serão mais toleradas neste espaço. Neste blogue a opinião não é livre. Aqui ninguém tem o direito de propagar o erro.

Já agora, agradeço que aprenda a escrever sem dar erros ortográficos. :-)