Terça-feira, 31 de Agosto de 2010
Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010
Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010
Segunda-feira, 23 de Agosto de 2010
Domingo, 22 de Agosto de 2010
Sábado, 21 de Agosto de 2010
Sexta-feira, 20 de Agosto de 2010
Quarta-feira, 18 de Agosto de 2010
Segunda-feira, 16 de Agosto de 2010
Ao Deus desconhecido

E, estando Paulo no meio do Areópago, disse: Varões atenienses, em tudo vos vejo um tanto supersticiosos; porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei, também, um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais, não o conhecendo, é o que eu vos anuncio.
O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens. Nem tão-pouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas; e, de um só, fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação; para que buscassem ao Senhor, se, porventura, tacteando, o pudessem achar; ainda que não está longe de cada um de nós; porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como, também, alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos, também, sua geração.
Sendo nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens. Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia, agora, a todos os homens, e em todo lugar, que se arrependam: porquanto tem determinado um dia em que, com justiça, há-de julgar o mundo, por meio do varão que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dos mortos.
Actos 17: 22-31
O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens. Nem tão-pouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas; e, de um só, fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação; para que buscassem ao Senhor, se, porventura, tacteando, o pudessem achar; ainda que não está longe de cada um de nós; porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como, também, alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos, também, sua geração.
Sendo nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens. Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia, agora, a todos os homens, e em todo lugar, que se arrependam: porquanto tem determinado um dia em que, com justiça, há-de julgar o mundo, por meio do varão que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dos mortos.
Actos 17: 22-31
Sexta-feira, 13 de Agosto de 2010
Quarta-feira, 11 de Agosto de 2010
Sangue e Solo
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O que é a Nação?
O conjunto de homens ou de povos que têm a mesma origem, a mesma língua, o mesmo carácter, os mesmos costumes, as mesmas leis fundamentais, as mesmas glórias, as mesmas tendências ou aspirações, os mesmos destinos.
De todas essas propriedades, quais são as que essencialmente constituem a nacionalidade?
Em primeiro lugar, o sangue, raça ou origem; em segundo lugar, a língua. As outras propriedades não são mais que consequência dessas duas, e singularmente da primeira.
O que se deve ter em conta para conhecer a Pátria de um individuo?
À raça a que pertence, ao apelido que apresenta.
Porquê ao amar a Pátria amamos também a terra onde a Pátria está estabelecida?
Porque essa terra foi a morada e propriedade dos nossos maiores que durante séculos a ocuparam e cultivaram; porque é o baluarte em que se defendeu a nossa raça; porque encerra as cinzas dos nossos antepassados e foi regada com o seu sangue, lágrimas e suores, porque nela estão encravados os templos que a Cristo elevaram os nossos padres e onde milhares de vezes dirigiram ao céu as suas preces; porque é como uma herança bendita que aos seus filhos legaram depois de a trabalharem e de a cultivarem.
No que constituem os deveres de um homem para com a Pátria?
Trabalhar sem descanso pela conservação ou restauração da raça, língua, leis, instituições políticas, costumes, carácter, tradições, artes, território e demais elementos constitutivos da Pátria ou nacionalidade.
Como trabalhar pela conservação da raça?
Impedindo ou diminuindo com os seus conselhos e diligências os matrimónios dos seus compatriotas com pessoas de estranhas raças. Esta obrigação é tanto mais estrita quando se tratam de raças pouco numerosas, como a basca; pois as que contam com muitos milhões de indivíduos é mais difícil, para não dizer impossível, que desapareçam.
Mas não vos parece que é um sacrifício enorme para uma jovem a renuncia à mão de um homem de diferente nacionalidade, quando o casamento lhe oferece notáveis vantagens?
Compreendo a grandeza desse sacrifício, mas todos os sacrifícios devemos fazer para bem da Pátria.
Finalmente, o que deve fazer o patriota pela conservação do território nacional?
Tomar as armas, e até mesmo perder a vida, se necessário for, para impedir que esta caia nas mãos do inimigo.
– Padre Evangelista de Ibero in Ami Vasco.
O conjunto de homens ou de povos que têm a mesma origem, a mesma língua, o mesmo carácter, os mesmos costumes, as mesmas leis fundamentais, as mesmas glórias, as mesmas tendências ou aspirações, os mesmos destinos.
De todas essas propriedades, quais são as que essencialmente constituem a nacionalidade?
Em primeiro lugar, o sangue, raça ou origem; em segundo lugar, a língua. As outras propriedades não são mais que consequência dessas duas, e singularmente da primeira.
O que se deve ter em conta para conhecer a Pátria de um individuo?
À raça a que pertence, ao apelido que apresenta.
Porquê ao amar a Pátria amamos também a terra onde a Pátria está estabelecida?
Porque essa terra foi a morada e propriedade dos nossos maiores que durante séculos a ocuparam e cultivaram; porque é o baluarte em que se defendeu a nossa raça; porque encerra as cinzas dos nossos antepassados e foi regada com o seu sangue, lágrimas e suores, porque nela estão encravados os templos que a Cristo elevaram os nossos padres e onde milhares de vezes dirigiram ao céu as suas preces; porque é como uma herança bendita que aos seus filhos legaram depois de a trabalharem e de a cultivarem.
No que constituem os deveres de um homem para com a Pátria?
Trabalhar sem descanso pela conservação ou restauração da raça, língua, leis, instituições políticas, costumes, carácter, tradições, artes, território e demais elementos constitutivos da Pátria ou nacionalidade.
Como trabalhar pela conservação da raça?
Impedindo ou diminuindo com os seus conselhos e diligências os matrimónios dos seus compatriotas com pessoas de estranhas raças. Esta obrigação é tanto mais estrita quando se tratam de raças pouco numerosas, como a basca; pois as que contam com muitos milhões de indivíduos é mais difícil, para não dizer impossível, que desapareçam.
Mas não vos parece que é um sacrifício enorme para uma jovem a renuncia à mão de um homem de diferente nacionalidade, quando o casamento lhe oferece notáveis vantagens?
Compreendo a grandeza desse sacrifício, mas todos os sacrifícios devemos fazer para bem da Pátria.
Finalmente, o que deve fazer o patriota pela conservação do território nacional?
Tomar as armas, e até mesmo perder a vida, se necessário for, para impedir que esta caia nas mãos do inimigo.
– Padre Evangelista de Ibero in Ami Vasco.
Segunda-feira, 9 de Agosto de 2010
O ecumenismo é falso
É falso porque mistura, baralha e confunde: cristão com não cristão, crente com não crente, fiel com infiel, virtuoso com herege, genuíno com apóstata, justo com ímpio, bom com mau, verdadeiro com falso. É o trigo misturado com o joio, a indiferença na verdade, a permanência no erro e a tranquilidade no mal.
E quem assim faz, faz obra de Satanás.
E quem assim faz, faz obra de Satanás.
Ecumenismo

Na imagem, o Papa predilecto de Orlando Braga, e porventura único, a beijar o Alcorão. Um exemplo perfeito de tolerância, modernidade e progressismo. Beijar somente a Bíblia? Não estamos em tempo de divisões religiosas, mas de alianças e de ecumenismo.
***
Outros exemplos de apostasia papal aqui.A exclusividade de Jesus Cristo

Vós sois de baixo, eu sou de cima; vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo. (cf. João 8:23)
Em verdade, em verdade vos digo que, antes que Abraão existisse, eu sou. (cf. João 8:58)
Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá. (cf. João 11:25-26)
Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim. (cf. João 14:6)
Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. (João 15:1)
Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus. (Mateus 10:33)
E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim. (Mateus 10:38)
Quem não é comigo é contra mim; e, quem comigo não ajunta, espalha. (Lucas 11:23)
Em verdade, em verdade vos digo que, antes que Abraão existisse, eu sou. (cf. João 8:58)
Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá. (cf. João 11:25-26)
Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim. (cf. João 14:6)
Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. (João 15:1)
Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus. (Mateus 10:33)
E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim. (Mateus 10:38)
Quem não é comigo é contra mim; e, quem comigo não ajunta, espalha. (Lucas 11:23)
A exclusividade da Igreja Católica
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Pois, também, eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do Reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus. (Mateus 16:18-19)
E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós. (João 14:16-17)
E, quando entrardes nalguma casa, saudai-a; e, se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; mas, se não for digna, torne para vós a vossa paz. E, se ninguém vos receber, nem escutar as vossas palavras, saindo daquela casa ou cidade, sacudi o pó dos vossos pés. Em verdade vos digo que, no Dia do Juízo, haverá menos rigor para o país de Sodoma e Gomorra do que para aquela cidade. (Mateus 10:12-15)
E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós. (João 14:16-17)
E, quando entrardes nalguma casa, saudai-a; e, se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; mas, se não for digna, torne para vós a vossa paz. E, se ninguém vos receber, nem escutar as vossas palavras, saindo daquela casa ou cidade, sacudi o pó dos vossos pés. Em verdade vos digo que, no Dia do Juízo, haverá menos rigor para o país de Sodoma e Gomorra do que para aquela cidade. (Mateus 10:12-15)
Domingo, 8 de Agosto de 2010
Novamente
Tendo em conta as mentiras do senhor Orlando Braga, volto a perguntar: Jesus Cristo disse "ide e dialogai" ou "ide e ensinai"?
***
A ler: Fé, relativismo e ecumenismo e Fora da Igreja não há salvação.Quinta-feira, 5 de Agosto de 2010
Hipnose

Ver televisão é a actividade de lazer (ou melhor não-actividade) preferida de milhões de pessoas em todo o mundo. O americano médio, aos sessenta anos, passou quinze anos em frente a um ecrã de televisão. Passa-se o mesmo em muitos outros países.
Muitas pessoas acham que ver televisão é "relaxante". Observe de perto e perceberá que quanto mais tempo o ecrã for o centro da sua atenção, mais a sua actividade mental se torna suspensa, e nos longos períodos em que está a ver um "talk-show", um concurso, uma comédia, ou até publicidade, não há qualquer pensamento gerado na sua mente. Não apenas não se lembra mais dos seus problemas, como se torna temporariamente livre de si mesmo – o que poderá ser mais relaxante que isso?
Ver televisão cria um espaço interior? Torna-o presente? Infelizmente, não. Apesar de, por longos períodos a sua mente possa não gerar qualquer pensamento, está ligada ao "show" televisivo. A sua mente está inactiva apenas no sentido em que não produz pensamentos. Continua, no entanto, a absorver continuamente pensamentos e imagens que atravessam o ecrã de televisão. Isto induz a uma espécie de transe, um estado passivo de alta susceptibilidade, não muito diferente da hipnose. Por isso, a televisão está ligada à manipulação da "opinião pública". Políticos e grupos de interesse, assim como publicitários, sabem-no e, por isso, pagam milhões de dólares para apanhar o espectador nesse estado de receptividade descuidada. Eles querem que os seus pensamentos se tornem os pensamentos do espectador, e normalmente conseguem.
– Eckhart Tolle in New Earth.
Muitas pessoas acham que ver televisão é "relaxante". Observe de perto e perceberá que quanto mais tempo o ecrã for o centro da sua atenção, mais a sua actividade mental se torna suspensa, e nos longos períodos em que está a ver um "talk-show", um concurso, uma comédia, ou até publicidade, não há qualquer pensamento gerado na sua mente. Não apenas não se lembra mais dos seus problemas, como se torna temporariamente livre de si mesmo – o que poderá ser mais relaxante que isso?
Ver televisão cria um espaço interior? Torna-o presente? Infelizmente, não. Apesar de, por longos períodos a sua mente possa não gerar qualquer pensamento, está ligada ao "show" televisivo. A sua mente está inactiva apenas no sentido em que não produz pensamentos. Continua, no entanto, a absorver continuamente pensamentos e imagens que atravessam o ecrã de televisão. Isto induz a uma espécie de transe, um estado passivo de alta susceptibilidade, não muito diferente da hipnose. Por isso, a televisão está ligada à manipulação da "opinião pública". Políticos e grupos de interesse, assim como publicitários, sabem-no e, por isso, pagam milhões de dólares para apanhar o espectador nesse estado de receptividade descuidada. Eles querem que os seus pensamentos se tornem os pensamentos do espectador, e normalmente conseguem.
– Eckhart Tolle in New Earth.
Quarta-feira, 4 de Agosto de 2010
D. Sebastião, o rei casto

Sua alma cada vez mais se esmaltava de intenções formosas, e seu corpo vestia-se de castidade. Não deixava que nenhuma dama lhe tocasse, e quando passeava a cavalo pela Rua Nova, ou pelas betesgas da velha e mourisca Lisboa, jamais levantava os olhos para as donzelas que chegavam às ventanas ou curiosamente espreitavam por detrás das verdes adufas árabes.
Era que seu espírito, vivendo exclusivamente para o catolicismo e para a guerra, queria servir estas ideias com alma pura e corpo casto.
Uma manhã, na igreja de São Roque, confessado e comungado, recolheu-se todo em si, cabeça inclinada para o peito, em profunda absorção. Esteve assim muito tempo. Depois, ergueu a fronte, pôs firme os olhos num crucifixo alto e, entre grossas lágrimas, rogou com a alma inteira:
– Senhor, Vós que a tantos príncipes haveis concedido impérios e monarquias, concedei-me ser vosso capitão!
Eram três as suas orações diárias: – Que Deus o inflamasse no zelo da fé, que ele queria propagar pelo mundo; – que Deus o tornasse um ardido guerreiro; – que Deus o conservasse casto.
Ser casto! Para ele a castidade era uma graça física que o tornava forte, uma fortaleza que o fazia ledo. A castidade dilatava-lhe a alma, amando a todos – ao reino, à grei. Era uma pureza que, vivendo em si, marcava conceito nobre em todos os seus propósitos, lhe punha frescor no olhar e lhe brunia as faces com sorrisos brancos. Ser casto era vestir um arnês de candura.
– Antero de Figueiredo in Dom Sebastião, Rei de Portugal.
Era que seu espírito, vivendo exclusivamente para o catolicismo e para a guerra, queria servir estas ideias com alma pura e corpo casto.
Uma manhã, na igreja de São Roque, confessado e comungado, recolheu-se todo em si, cabeça inclinada para o peito, em profunda absorção. Esteve assim muito tempo. Depois, ergueu a fronte, pôs firme os olhos num crucifixo alto e, entre grossas lágrimas, rogou com a alma inteira:
– Senhor, Vós que a tantos príncipes haveis concedido impérios e monarquias, concedei-me ser vosso capitão!
Eram três as suas orações diárias: – Que Deus o inflamasse no zelo da fé, que ele queria propagar pelo mundo; – que Deus o tornasse um ardido guerreiro; – que Deus o conservasse casto.
Ser casto! Para ele a castidade era uma graça física que o tornava forte, uma fortaleza que o fazia ledo. A castidade dilatava-lhe a alma, amando a todos – ao reino, à grei. Era uma pureza que, vivendo em si, marcava conceito nobre em todos os seus propósitos, lhe punha frescor no olhar e lhe brunia as faces com sorrisos brancos. Ser casto era vestir um arnês de candura.
– Antero de Figueiredo in Dom Sebastião, Rei de Portugal.
Terça-feira, 3 de Agosto de 2010
Segunda-feira, 2 de Agosto de 2010
Tudo muda, menos o Homem
Eu não tenho dúvidas de que o Mundo se transforma, sob alguns aspectos, a nossos olhos, e também não as tenho de que nesse mundo, em que tudo se modifica, o que menos muda é o próprio Homem. E isso quer dizer que, passada a tormenta, é outra vez do Espírito e dos seus valores que os povos esperam a cura das feridas e o estabelecimento das condições da sua vida pacífica.
– António de Oliveira Salazar.
– António de Oliveira Salazar.
Triste Portugal
Cujo governo, como desculpa de melhorar o ensino, pretende acabar com as reprovações.
Triste Europa
Para quem um branco ganhar uma prova desportiva é considerado um feito extraordinário, quando devia ser perfeitamente natural.
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Domingo, 1 de Agosto de 2010
Aristocracia vs Democracia
Nas sociedades tradicionalistas são talvez os Mortos que mandam; nas sociedades democráticas, porém, é a Morte que manda.
– Fernando Pessoa in Ultimatum e Páginas de Sociologia Política.
– Fernando Pessoa in Ultimatum e Páginas de Sociologia Política.
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Democracia
Segundo Aristóteles: o regime em que a multidão erguida em tirano se deixa dominar por alguns declamadores. A definição é eternamente verdadeira, mas talvez mais frisante e sem dúvida mais pitoresca, é a daquele ironista estudante de Coimbra, num acto de direito político: – é a forma de governo implantada pelos revolucionários civis, entendendo-se por revolucionário civil todo o patife e todo o malandro que arrisca a pele das costas para alargar a pele da barriga.
In Ordem Nova.
In Ordem Nova.
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