Segunda-feira, 31 de Maio de 2010

Domingo, 30 de Maio de 2010

Santa Joana d'Arc

Jeanne d'Arc de N.M. Dyudin

Les soldats combattrons, mais Dieu donnera la victoire.

Sexta-feira, 28 de Maio de 2010

28 de Maio, Sempre!

Eu não nasci para lacaio
dos papagaios da mentira.
De Maio é que já não saio.
De Maio ninguém me tira!


Rodrigo Emílio.

Quinta-feira, 27 de Maio de 2010

Contra o Liberalismo

A República serve melhor Deus do que a Monarquia? Eis o problema fundamental, essencial. Eis o âmago da questão.
Para mim, a diferença que caracteriza os dois regimes, e que os tratados de Direito político formulam, é muito, é imenso – mas não é tudo. A hereditariedade, característica da Monarquia, garantindo uma continuidade no elemento-base do Poder, que a eleição, característica da República, transforma em instabilidade sistemática, é muito, é imenso, – mas não é tudo. Porque fará mais facilmente feliz um povo, uma República católica, do que uma Monarquia ateia ou agnóstica que se transforma automaticamente em República, como a República católica automaticamente se transforma em Monarquia. Porque o Ateísmo ou o Agnosticismo são as grandes alavancas propulsoras da Anarquia. E o Catolicismo é a essência da Ordem.
Se pela Monarquia vou mais facilmente para o Catolicismo, por este, vou, fatalmente, para a Monarquia. Se pela República vou mais facilmente para o Paganismo, por este vou, fatalmente, para a República. Porquê?
Porque o Catolicismo é a Ordem integral. Porque o Paganismo é a Anarquia integral. Como a Monarquia é um regime essencialmente de ordem, e como a República é um regime essencialmente anárquico, é evidente que o Catolicismo leva à primeira, e o Paganismo leva à segunda. Portanto, o que é tudo, na diferença que caracteriza os dois regimes, não é a hereditariedade ou a eleição: é a Ordem integral ou a Anarquia, é Deus ou Satã. Por outras palavras: tudo se reduz a aceitar-se ou repudiar-se o Liberalismo.
Uma República anti-liberalista é preferível, para um monárquico integral como eu, a uma Monarquia liberal. Uma República liberalista deve ser preferível, para um monárquico liberal, a uma Monarquia anti-liberalista.
O mundo político, actualmente, já se não divide bem em monárquicos e republicanos: divide-se em liberais e anti-liberais. Os liberais estão todos presos pelo cordão umbilical da Urna; todos eles deitam incenso na ara absurda do Voto. Aos anti-liberais, une-os a Consciência de que o Sufrágio político, individualista, é uma mistificação.
O Liberalismo, ou seja, monárquico ou republicano, além de que repousa sobre uma mentira, o voto, e de que conduz a outra mentira – o Povo soberano, é, na sua essência, inimigo de Deus. Todo o poder vem de Deus – omnis potestas a Deo.
Mas para o Liberalismo, monárquico ou republicano, todo o poder emana do Sufrágio. E é por isso que nós assistimos, de vez em quando, ao afã dos liberalistas, no sentido de purificarem o Sufrágio. É que para eles, o Sufrágio é tudo! O homem, munido do papelinho branco, é omnipotente, omnisciente. Um milhão de homens de um lado, outro milhão de homens do outro lado. Empate. Quem vai desempatar? O Pistautira (oh!) que se esquecera de que era o grande dia do Povo soberano. Vão chamar o Pistautira!
E o Pistautira chega, e vota. E desempata...
Quem foi o omnipotente? Quem foi o omnisciente? O Pistautira... Isto é o Liberalismo.
O Sufrágio político é o mal. Corrigi-lo, como pretendem os liberais, é piorá-lo. Aperfeiçoá-lo é torná-lo mais nocivo ainda. O que é preciso é destruí-lo, é eliminá-lo, é substituí-lo pela representação de classes – apolítica: a representação dos Municípios e das Corporações, porque o Poder vem de Deus, e não do Povo. E a eliminação do Sufrágio político não é, portanto, atentatória das liberdades populares, antes, é a sua garantia máxima. Garantir a liberdade doméstica, a liberdade municipal e provincial, a liberdade corporativa – é deitar abaixo a Liberdade, árvore à sombra da qual têm germinado e florescido todas as tiranias, com a tirania do Número, do Anónimo, do Voto, à frente, mas é desenvolver a Nação, e abrir-lhe largos horizontes no futuro. A Liberdade é inimiga das liberdades. Onde a Liberdade impera, morrem, asfixiadas, as liberdades. Ora estas são fecundas, a Liberdade é estéril.
Liberalismo é o regime da Liberdade. A guerra ao Liberalismo é uma guerra santa. Foi ele quem atentou primeiro contra a Igreja; foi ele quem enfraqueceu e estiolou o Princípio monárquico.
Não precisamos de sair do nosso País. Portugal morre lentamente, – enterrado, afogado em estúpido materialismo, descrente do Rei, descrente de si próprio, farrapo do que foi, sombra do que foi. Esta situação deve-a, em primeiro lugar, aos malvados de 1820 e 1834 que em vez de defenderem o carácter nacional, o abastardaram, o estrangeiraram; deve-o, em segundo lugar, aos que cegos pela vaidade e pela ambição, se têm oposto à definição plena da aspiração política nacional, liberta do veneno revolucionário, e absolutamente integrada no pensamento de que tudo no homem deve tender a servir Deus, porque indivíduos e Nações só para o serviço de Deus nasceram.


Alfredo Pimenta in Nas Vésperas do Estado Novo.

Quarta-feira, 26 de Maio de 2010

O último monarca

D. Miguel de João Baptista Ribeiro.

Segunda-feira, 24 de Maio de 2010

Da infecção maçónica

O internacionalismo maçónico contaminara-nos já desde atrás, com os soldados que serviram a fortuna de Napoleão e que no regresso nos empurravam francamente para a União Ibérica, saudada e propagada nas Lojas Peninsulares como o triunfo maior da causa da Liberdade. Só numa história escrita ao contrário, como a nossa anda, é que Gomes Freire pode figurar de mártir da Pátria. O militar valente, mas desnacionalizado, da epopeia napoleónica não era o único, porém. Os seus irmãos do triângulo simbólico enraizaram-se farta e fortemente no solo português, mal o senhor Intendente deixou de farejar por toda a Lisboa do começo do século findo os agentes perniciosos da grande conspiração universal que foi, na verdade, a Revolução. Pois da Maçonaria descende o nosso liberalismo, como da Maçonaria surgiu esta república, já adivinhada e procurada com entusiasmo de sentimento e oratória pelos homens de 1820.

António Sardinha in Na Feira dos Mitos.

Sexta-feira, 21 de Maio de 2010

Sabedoria árabe?

Fala-se muitas vezes duma ciência e duma filosofia árabe, – observa ele; na realidade, durante um século ou dois na Idade Média, os árabes foram nossos mestres, mas só enquanto não conhecemos os originais gregos. A ciência e a filosofia árabe nunca deixaram de ser uma mesquinha tradução da ciência e da filosofia grega. Desde que a Grécia autêntica despertou, essas míseras traduções ficaram sem sentido e não foi sem razão que os filólogos da Renascença iniciaram contra elas uma verdadeira cruzada. De resto, olhando de perto, essa ciência não tinha nada de árabe. O seu fundo é puramente grego, e entre os que a criaram não se aponta um único semita. Eram espanhóis e persas, escrevendo o árabe. O papel filosófico dos judeus na Idade Média é também o de simples intérpretes.
A filosofia hebraica desta época é a filosofia árabe sem modificações. Uma página de Roger Bacon encerra mais espírito científico do que toda essa ciência em segunda mão, respeitável, sem dúvida, como um anel de tradição, mas despida de grande originalidade.


António Sardinha in Na Feira dos Mitos.

O paganismo é anti-científico

A Bíblia lança em rosto aos pagãos, o facto de eles divinizarem o mundo e a natureza; de buscarem, por detrás da natureza e dos seus fenómenos, forças míticas e mágicas. Das estrelas, do fogo, da luz e do ar fazem divindades. Deixaram-se enganar. A fascinação da criação levou-os a divinizar as criaturas. Neste sentido, a Bíblia é a primeira "iluminista". De um certo modo, Ela "desencanta" o mundo; despoja-o do seu poder mágico e mítico, "desmitologiza" o mundo, desdiviniza-o.
Teremos consciência de que, sem esta desdivinização do mundo, a moderna ciência não teria sido possível? Só a fé de que o mundo foi criado, de que ele não é divino, mas sim finito e "contingente" (...), que não é necessário e podia não ter existido – só isto é que tornou possível que o mundo e tudo o que nele existe fosse estudado por si mesmo. O que encontramos são realidades finitas e criadas e não deuses ou seres divinos. Este desencantamento da natureza tem também algo penoso: detrás da árvore, ou da nascente já não se escondem ninfas nem divindades, forças míticas e mágicas, mas apenas o que Deus nelas colocou, e que a razão humana pode investigar. Por esta razão diz o livro da Sabedoria que Deus tudo criou "com medida, número e peso". Este é o fundamento de toda a investigação científica da realidade.


Christoph Schönborn in Acaso ou Vontade de Deus?

Sexta-feira, 14 de Maio de 2010

Plutocratismo

Sendo contra os princípios funestos da Revolução Francesa, nós somos necessariamente contra a organização económica da sociedade moderna. O Trabalho e a Propriedade sofreram com a obra da revolução a influência duma nova ordem de coisas, donde deriva imediatamente a crise que a todos nos toca e que escurece o horizonte com tão cerradas interrogações. O proletário, que nós vemos enfeudado ao cortejo dos agitadores políticos, deve à democracia a sua situação miseranda; a desorganização individualista da revolução aboliu os quadros corporativos em que o Trabalho se protegia e defendia dos acasos da concorrência em que o trabalho deixou o produtor entregue ao arbítrio da plutocracia, que é sem dúvida a única e a verdadeira criação do espírito revolucionário. Enganam-se os humildes se nas promessas falaciosas do erro democrático supõem encontrar a realização das suas reivindicações justíssimas! Um século inteiro de experiências dolorosas mostra-nos que nunca a sorte das classes pobres pode ser tratada e minorada pelos governos saídos do voto, que são estruturalmente governos sujeitos, por defeito de origem, à venalidade e à corrupção.
A Propriedade e o Trabalho, constituindo a pedra angular da Família, constituem os alicerces inalienáveis da Nacionalidade. Cosmopolita, mais fácil de se furtar às suas responsabilidades sociais, o Capital precisa de se restringir aos seus defeitos de relação entre a terra e o homem. Os desaforos do cambismo, envolvendo e universalizando a sociedade por meio da judiaria argentária, empurram-nos fatalmente para a dissolução do conceito supremo da Pátria. Impossibilitam por outro lado o operário de se hierarquizar como uma energia positiva e autónoma.
As democracias resultam daqui, agora e sempre, como as formas de governo mais aptas à supremacia da alta finança. São «Le pays de cocâgne rêvê par des financiers sans scrupules» como Georges Sorel as define. A instabilidade do poder nos governos electivos e a sua conquista pela corrupção eleitoral torna-os por natureza regimes abertos, como nenhuns outros, às imposições do Plutocratismo.


António Sardinha in Durante a Fogueira.

Segunda-feira, 10 de Maio de 2010

Da verdadeira Monarquia

A restauração da Monarquia – ponderava já De La Barre De Nanteuil – não é simplesmente a restituição do poder ao rei, mas a restauração de todas as leis fundamentais do povo. Pois, exactamente, nas «leis fundamentais» do povo, é que a nossa Monarquia tradicional assentava a sua razão histórica de existir. Não pensemos, de modo nenhum, em que seriam preceitos escritos, formando o que em boa mitologia política se convencionou chamar uma «constituição». Saídas de vários condicionalismos, tanto sociais como físicos, duma nacionalidade, formariam, quando muito, pelo consenso seguido das gerações, a observância dos princípios vitais da colectividade, – Família, Comuna e Corporação, ou seja, Sangue, Terra e Trabalho, cujo conjunto admirável Le Play designaria de «constituição-essencial».
De «Monarquia limitada pelas ordens», classificaram os tratadistas portugueses a nossa antiga Realeza. Correspondendo às forças naturais da sociedade, organizadas e hierarquizadas em vista ao entendimento e bases do comum, as «ordens» do Estado eram, a dentro dos seus foros e privilégios, as depositárias natas dessas «leis fundamentais». Cada associação, cada classe, cada município, cada confraria rural, cada behetria, possuía na Idade Média o seu estatuto próprio, a sua carta de foral. Legislação positiva destinada a normalizar e a coordenar as exigências da vida quotidiana, tomava o «costume» por base e consagrava a experiência como sua regra inspiradora.


António Sardinha in A Teoria das Cortes Gerais.

Domingo, 9 de Maio de 2010

Auto de Fé

A um poeta

Não és da Cruz, não és do nosso rito.
São de outro sangue os mortos que tu contas.
Quem te vestisse a ti o sambenito
e te impusesse a estrela de seis pontas.

Teu verbo foi de morte! Foi maldito!
É verbo de Israel, bramindo afrontas.
De tudo o que deixaste um dia escrito
perante Deus um dia darás contas!

Iago, Saltamontes e Veneno,
por grande que ele seja, é bem pequeno
Meu ódio de cristão, de português!

Deitem-lhe os livros todos à fogueira.
E enquanto a chama os lambe justiceira,
Ponham-lhe os santos óleos de outra vez!


António Sardinha in Pequena Casa Lusitana.

Madre Inquisição

Temos a África nas nossas veias.
O mais do nosso sangue é sangue preto.
Assim, carregadinhos de cadeias,
onde é que irá ficar-nos o esqueleto?

E eles mandam como as alcateias!
Há tantos, que debalde os acometo.
Logo ressurgem com as caras feias,
– não sei por que feitiço ou amuleto!

São moiros e ciganos quem governa.
Nunca será bastante a pena eterna
pr'a quem desfez a raça com torpeza!

Oh Santa Inquisição, acende as chamas!
E no fulgor terrível que derramas,
Vem acudir à Pátria Portuguesa!


António Sardinha in Pequena Casa Lusitana.

Versos a Dona Sol

Fosse eu familiar do Santo Ofício,
levava-te à prisão sem grande pena!
Neta de moiro, herdaste o malefício
Da tua raça morena!

(...)

Se houvesse Inquisição – que desengano!
terias sido já queimada viva!

Tição de varonias de Castela,
o povo hebreu deixou vestígio em todas.
Se és nódoa escura da linhagem dela,
não temos de estranhar as tuas bodas!

(...)

Que airosa não ficavas, que elegante,
de sambenito, algemas e carocha!
Houvesse Inquisição!... E assim ligeira,
em modos de possessa que estrebucha,
terias já bailado na fogueira,
oh filha dum cigano e duma bruxa!

(...)

eu próprio te levava ao Santo Ofício,
oh Dona Sol de túnica amarela,
que me puseste um dia malefício!...


António Sardinha in Quando as Nascentes Despertam...

Quinta-feira, 6 de Maio de 2010

Quarta-feira, 5 de Maio de 2010

Terça-feira, 4 de Maio de 2010

A Reconquista

Dos mares da Irlanda e das costas da Bretanha
vão partir velas ao Sol
Há bandeiras desfraldadas, torres, lanças, brilham espadas
vão reconquistar o Sul
Os Celtas que vão partir
quando o Sol nascer...
Grinaldas nas ameias, ardem as
que não nos podem queimar
Gaiteiros enfeitados, vão tocar cantos passados
por aqui vai começar
e vem dançar, vem dançar
até o sol nascer
Das ribeiras da Galiza, através da Ibéria antiga
em nome dos nossos Reis
retomar as fortalezas, "Sant'Iago e aos Mouros"
para impor as nossas leis
os Celtas que vão partir
quando o mar crescer...
Ignorem-se os presságios que nos falam de naufrágios
vão partir velas ao sol
São guerreiros enfeitados que ao som de cantos passados
vão reconquistar o Sul
Mas vem dançar, vem dançar
até o sol nascer...

Dos mares da Irlanda
Gaiteiros Guerreiros
Bandeiras Fogueiras
Castelos Reconquista


"A Reconquista", Sétima Legião.

Domingo, 2 de Maio de 2010

Nacionalismo totalitário?

Sim. (...) Porque tudo pela Nação, nada contra a Nação. A Nação acima de tudo? Evidentemente. Acima de Deus e acima do Rei? A pergunta revela estupidez em quem a formule. Porque eu não concebo a Nação nem independente de Deus, nem independente do Rei. Sem Deus, é a Nação sem alma; sem Rei, é a Nação acéfala. Porque assim penso, sou nacionalista totalitário, e coloco a Nação acima de tudo – que é como quem diz: coloco acima de tudo, – Deus, a Pátria e o Rei.

Alfredo Pimenta in Três Verdades Vencidas: Deus, Pátria, Rei.

A Lei da Monarquia

À frente da Raça, e sobrepondo se aos seus núcleos de selecção, avulta a Monarquia.
Recuso a república.
Ao longo da História, bons Monarcas houve, muitos deles óptimos, alguns débeis, outros maus; uns, honrados, e que fruíram do amor do(s) seu(s) povo(s) até ao fim da vida; outros houve a quem cortaram a cabeça.
Nem todos os Monarcas foram bons.
A Monarquia, em si, porém, sempre foi boa: é sempre boa.
Convém não confundir a instituição ou regime com os homens que, episodicamente, povoaram ou povoam uma e outro, deduzindo daí conclusões precipitadas e/ou daí retirando falsas consequências.
Pode haver maus sacerdotes e nem por isso é lícito admitir a eventualidade – ou advogar a necessidade – de se proceder à extinção e abolição da religião, à dissolução da Igreja, à refutação de Deus.
Há, seguramente que sim, Monarcas débeis, outros maus, mas não se segue daí que possamos, lá por isso, contestar ou rejeitar a Monarquia, pôr em dúvida e em causa a perene e sempiterna validade da mesma.
Na faina agrícola, a um ano bom sucede um mau, ou dois maus anos a fio seguem se, por vezes, a um bom; apesar disso, não passa pela cabeça de ninguém a ideia de abandonar a agricultura por tão pouco.
Faz um Rei o que quer? E então, nesse caso, quando é que Ele é grande, quando é que é pequeno? Quando é bom e quando mau?
Um Monarca não faz só o que bem Lhe apetece; um Monarca é pequeno quando faz o que quer, e grande quando faz o que deve.
Existe uma linha da vida da Raça. Um Monarca é grande e é bom sempre que se mantém fiel a essa linha, e dentro dela, é pequeno e mau na medida em que dela se afaste ou que a ela se oponha.
Esta é a lei da Monarquia.
Outras linhas há que podem também fascinar um Monarca: a linha dos interesses pessoais, a dos interesses de grupo, a dos de casta e extracção social, a dos interesses sectoriais, a linha dos interesses estrangeiros, seja ela abraçada intra ou extramuros.
Deve o Monarca postergá las, a todas, e seguir a linha da Raça.


Corneliu Zelea Codreanu in A Monarquia e a sua Lei.