Domingo, 26 de Dezembro de 2010

Zeitgeist refutado em 7 minutos!

2 comentários:

Razek Seravhat disse...

Essa discussão se Jesus existiu ou não é irrelevante... O que importa é que depois de tanto tempo do seu passamento, as pessoas continuam matando e fazendo guerras em nome dele. De que vale saber se ele existiu ou não? Se o que ele pregou não foi entendido?

Ternura sempre!

O Reaccionário disse...

Se Jesus Cristo fosse de facto irrelevante, não existia tanta gente empenhada em negá-Lo. Portanto, mais do que relevante, importa perceber a origem desta discussão. E a origem, como não podia deixar de ser, não parte de nenhum grupo académico sério, mas sim de pessoas ligadas a certas correntes ideológicas, nomeadamente o ateísmo. Ou seja, no fundo a negação histórica de Jesus Cristo é precedida por uma negação espiritual. Porque, se Cristo não existisse de facto, então toda a Sua Mensagem seria (agora sim) irrelevante.

É mentira que a maior parte das guerras no Mundo são feitas em nome de Jesus Cristo. A maioria das guerras são feitas contra o nome de Cristo! Quem são os maiores criminosos e assassinos da História, senão os pacifistas, humanistas, democratas e ateus? Não foi o Comunismo, essa religião antropológica, a ideologia mais sanguinária? E os interesses económicos e políticos? Não são eles os principais responsáveis pela existência de guerras? Portanto, dizer que Cristo é o principal responsável pela existência de guerras, além de injusto, é profundamente difamatório. No entanto, importa frisar que a guerra não é sempre má. A guerra também pode ser boa se for a única forma de resolver uma situação crítica.
A paz é a tranquilidade na ordem. Sem ordem vive-se apenas na tranquilidade da paz podre.