Terça-feira, 29 de Dezembro de 2009
Então que fazer?
Enquanto não constituirmos uma verdadeira Reacção, podemos sempre actuar segundo o justo princípio do mal menor e votar no PNR. Mas a partir do momento em que tivermos uma boa base de apoio para a sua constituição, deixaremos de participar no sistema. Adoptaremos então a táctica da não-participação com vista ao enfraquecimento do sistema. Na melhor das hipóteses, este cairá falido. E nós, com uma massa crítica suficiente e seguindo os imortais princípios de Deus–Pátria–Rei, iniciaremos a obra de Restauração.
E o PNR?
O PNR não deixa de ser um partido político. E como partido político que é, encontra-se sob a alçada do sistema e dependente da opinião pública. Será por isso um absurdo achar que nele está depositado a salvação nacional.
E esqueçam os partidos políticos
Neles tudo nos é impróprio. Eles são do mundo; nós não somos do mundo.
Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009
Se não for assim, não pode ser de outra forma
Quem não é patriota não pode ser considerado português.
– António de Oliveira Salazar.
– António de Oliveira Salazar.
Para que conste
Estou na extrema-direita da extrema-direita: à minha direita não fica ninguém.
– Alfredo Pimenta, in A Questão Monárquica, 1920.
– Alfredo Pimenta, in A Questão Monárquica, 1920.
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Domingo, 27 de Dezembro de 2009
Passo seguinte
E para quando a constituição de uma verdadeira Reacção? De uma nova Cruzada Nun'Álvares, de um novo Integralismo Lusitano ou de uma nova Acção Realista Portuguesa?
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Novas formas de luta?
Bem melhor do que qualquer rede social ou fórum de discussão, a blogosfera ainda continua a ser uma forma superior e mais completa de comunicação.
Sábado, 26 de Dezembro de 2009
Sexta-feira, 25 de Dezembro de 2009
Nasceu o Deus Menino

Ali estava a luz verdadeira, que alumia a todo homem que vem ao mundo. Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no seu nome, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade.
João 1:9-14
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Quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009
Portugal, o nosso País
Portugal, coitado de ti!
Estás doente, és mal tratado!
Qual será o teu fim?
És cada vez mais desprezado.
O teu povo está tão mal,
Quase sem força para viver;
Este caminho é fatal,
Há quem não tenha o que comer.
Tenho orgulho em ser Português,
Sinto o calor do nosso fado,
O soar de uma guitarra
Que por nós é tão amado.
Cantem comigo, em Português!
Parados não podemos ficar,
Portugal é o nosso País,
Por ele temos que batalhar.
Portugal confia em mim,
Não te deixes enganar!
Há quem nada sinta por ti,
Há quem nunca deixou de te amar.
Tenho orgulho em ser Português,
Sinto o calor do nosso fado,
O soar de uma guitarra
Que por nós é tão amado.
Cantem comigo, em Português!
Parados não podemos ficar,
Portugal é o nosso País,
Por ele temos que batalhar.
"Portugal, o nosso País", Alcoolemia.
Estás doente, és mal tratado!
Qual será o teu fim?
És cada vez mais desprezado.
O teu povo está tão mal,
Quase sem força para viver;
Este caminho é fatal,
Há quem não tenha o que comer.
Tenho orgulho em ser Português,
Sinto o calor do nosso fado,
O soar de uma guitarra
Que por nós é tão amado.
Cantem comigo, em Português!
Parados não podemos ficar,
Portugal é o nosso País,
Por ele temos que batalhar.
Portugal confia em mim,
Não te deixes enganar!
Há quem nada sinta por ti,
Há quem nunca deixou de te amar.
Tenho orgulho em ser Português,
Sinto o calor do nosso fado,
O soar de uma guitarra
Que por nós é tão amado.
Cantem comigo, em Português!
Parados não podemos ficar,
Portugal é o nosso País,
Por ele temos que batalhar.
"Portugal, o nosso País", Alcoolemia.
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009
Há centenas de portugueses a trabalhar sob regime de escravatura em Espanha*
E o SOS Racismo e associações similares, não têm nada a dizer?
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*Informação, aqui.
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Por um país aberto, moderno e tolerante
Os "pulhíticos" estão a preparar a discussão da transexualidade e da eutanásia. E depois disso, o que é que se segue? A legalização da pedofilia? O casamento entre pessoas e animais? A liberalização do canibalismo? Enfim, o que não falta são causas fracturantes para colocar na agenda dos nossos (des)representantes. É só consultar o catálogo de aberrações e escolher aquelas que mais convêm à modernização do país.
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Domingo, 20 de Dezembro de 2009
Pássaro Vermelho

Vi um céu cor de laranja
A cidade toda a arder
Vi sinais de proibido
E não estava a perceber
Quando um pássaro vermelho
A voar falou comigo
Tinha dado a volta ao mundo
E avisou-me deste perigo
Um gato é um gato
Um cão é um cão
Portugal parece uma prisão
Na esquina de cada rua
De Lisboa há um mendigo
Não se pode fazer isto
Nem pensar fazer aquilo
Talvez eu seja estrangeiro
Talvez eu seja mau filho
Mas hei-de ser o primeiro
A pegar fogo ao rastilho
Um gato é um gato
Um cão é um cão
Portugal parece uma prisão
"Pássaro Vermelho", Heróis do Mar.
A cidade toda a arder
Vi sinais de proibido
E não estava a perceber
Quando um pássaro vermelho
A voar falou comigo
Tinha dado a volta ao mundo
E avisou-me deste perigo
Um gato é um gato
Um cão é um cão
Portugal parece uma prisão
Na esquina de cada rua
De Lisboa há um mendigo
Não se pode fazer isto
Nem pensar fazer aquilo
Talvez eu seja estrangeiro
Talvez eu seja mau filho
Mas hei-de ser o primeiro
A pegar fogo ao rastilho
Um gato é um gato
Um cão é um cão
Portugal parece uma prisão
"Pássaro Vermelho", Heróis do Mar.
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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009
Quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009
Nem os demónios suportam
Esses infelizes ... caem no vício contra a natureza. São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6). Minha justiça não mais consegue suportá-lo. Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demónios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demónios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude; por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido.
– Nosso Senhor a Santa Catarina de Siena.
– Nosso Senhor a Santa Catarina de Siena.
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Domingo, 13 de Dezembro de 2009
A teoria do aquecimento global está por um fio?
Assim parece. A ler: O escândalo do Climategate e a Conferência de Copenhaga – para juntar ao que já foi aqui publicado.
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Sábado, 12 de Dezembro de 2009
Calar-se face aos maus não é mansidão

A mansidão vai contra a ira e as fúrias, não para que o homem nunca se encolerize, mas para que o faça onde e quando deve. Por isso tem cara de homem e cara de leão. Algumas vezes se considera manso o homem que cala enquanto outro peca. Isso não é mansidão! Escuta: diz-se de Jesus que "conturbou-se e fez um chicote de cordas". Lê-se no Livro Primeiro dos Macabeus: "Infeliz de mim! Por que nasci para ver a ruína de minha pátria e de meus santos?" Por onde se vê que Cristo é cordeiro e leão.
– São Boaventura.
– São Boaventura.
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Aquecimento Global é desculpa para subsidiar Terceiro Mundo?
Parece que sim. Só Portugal irá contribuir com 36 milhões de euros, num total de 7,2 mil milhões dispensados pela União Europeia, para ajudar os «países pobres» a combater as alterações climáticas.
Enquanto isso, a pobreza em Portugal não pára de crescer e a Europa tem 10 milhões de novos pobres.
Enquanto isso, a pobreza em Portugal não pára de crescer e a Europa tem 10 milhões de novos pobres.
Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
Obama recebeu hoje o Nobel da Paz
O que é que fez para o merecer? Entre muitas declarações de boas intenções – e de boas intenções está o inferno cheio – reforçou o contingente militar no Afeganistão e autorizou o financiamento de organizações abortistas. Não haja dúvida, foi bem entregue.
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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
Do tempo em que vivemos
Quando as pessoas deixam de acreditar em Deus, não passam a acreditar em nada – acreditam em qualquer coisa.
– Gilbert Keith Chesterton.
– Gilbert Keith Chesterton.
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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009
A propósito da Cimeira de Copenhaga
Nunca é demais lembrar: A Grande Farsa do Aquecimento Global.
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Domingo, 6 de Dezembro de 2009
Reflexões de Teixeira de Pascoaes
N'O Saudosista e no Inconformista.info*
*Actualizado a 7/12/2009.
*Actualizado a 7/12/2009.
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António Vieira

O céu 'strella o azul e tem grandeza.
Este, que teve a fama e à gloria tem,
Imperador da lingua portugueza,
Foi-nos um céu também.
No immenso espaço seu de meditar,
Constellado de fórma e de visão,
Surge, prenúncio claro do luar,
El-Rei D. Sebastião.
Mas não, não é luar: é luz do ethéreo.
É um dia; e, no céu amplo de desejo,
A madrugada irreal do Quinto Império
Doira as margens do Tejo.
Fernando Pessoa, in Mensagem.
Este, que teve a fama e à gloria tem,
Imperador da lingua portugueza,
Foi-nos um céu também.
No immenso espaço seu de meditar,
Constellado de fórma e de visão,
Surge, prenúncio claro do luar,
El-Rei D. Sebastião.
Mas não, não é luar: é luz do ethéreo.
É um dia; e, no céu amplo de desejo,
A madrugada irreal do Quinto Império
Doira as margens do Tejo.
Fernando Pessoa, in Mensagem.
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A Lusitânia
A terra mais ocidental de todas é a Lusitânia. E porque se chama Ocidente aquela parte do mundo? Porventura porque vivem ali menos, ou morrem mais os homens? Não; senão porque ali vão morrer, ali acabam, ali se sepultam e se escondem todas as luzes do firmamento. Sai no Oriente o Sol com o dia coroado de raios, como Rei e fonte da Luz: sai a Lua e as Estrelas com a noite, como tochas acesas e cintilantes contra a escuridade das trevas, sobem por sua ordem ao Zénite, dão volta ao globo do mundo resplandecendo sempre e alumiando terras e mares; mas em chegando aos Horizontes da Lusitânia, ali se afogam os raios, ali se sepultam os resplendores, ali desaparece e perece toda aquela pompa de luzes.
E se isto sucede aos lumes celestes e imortais; que nos lastimamos, Senhores, de ler os mesmos exemplos nas nossas Histórias? Que foi um Afonso de Albuquerque no Oriente? Que foi um Duarte Pacheco? Que foi um D. João de Castro? Que foi um Nuno da Cunha, e tantos outros Heróis famosos, senão uns Astros e Planetas lucidíssimos, que assim como alumiaram com estupendo resplendor aquele glorioso século, assim escurecerão todos os passados? Cada um era na gravidade do aspecto um Saturno, no valor militar um Marte, na prudência e diligência um Mercúrio, na altiveza e magnanimidade um Júpiter, na Fé, e na Religião, e no zelo de a propagar e estender entre aquelas vastíssimas Gentilidades, um Sol.
Mas depois de voarem nas asas da fama por todo o mundo estes Astros, ou indígetes da nossa Nação, onde foram parar, quando chegaram a ela? Um vereis privado com infâmia de governo, outro preso, e morto em um Hospital, outro retirado e mudo em um deserto, e o melhor livrado de todos, o que se mandou sepultar nas ondas do Oceano, encomendando aos ventos levassem à sua Pátria as últimas vozes, com que dela se despedia: Ingrata patria non possidebis ossa mea.
Vede agora se eu tinha razão para dizer, que é natureza ou má condição da nossa Lusitânia não poder consentir que luzam os que nascem nela. E vede também se podia Santo António deixar de deixar a Pátria, sendo filho de uma terra onde não se consente o luzir, e tendo-lhe mandado Cristo que luzisse: Sic luccat lux vestra.
– Padre António Vieira, in Sermões.
E se isto sucede aos lumes celestes e imortais; que nos lastimamos, Senhores, de ler os mesmos exemplos nas nossas Histórias? Que foi um Afonso de Albuquerque no Oriente? Que foi um Duarte Pacheco? Que foi um D. João de Castro? Que foi um Nuno da Cunha, e tantos outros Heróis famosos, senão uns Astros e Planetas lucidíssimos, que assim como alumiaram com estupendo resplendor aquele glorioso século, assim escurecerão todos os passados? Cada um era na gravidade do aspecto um Saturno, no valor militar um Marte, na prudência e diligência um Mercúrio, na altiveza e magnanimidade um Júpiter, na Fé, e na Religião, e no zelo de a propagar e estender entre aquelas vastíssimas Gentilidades, um Sol.
Mas depois de voarem nas asas da fama por todo o mundo estes Astros, ou indígetes da nossa Nação, onde foram parar, quando chegaram a ela? Um vereis privado com infâmia de governo, outro preso, e morto em um Hospital, outro retirado e mudo em um deserto, e o melhor livrado de todos, o que se mandou sepultar nas ondas do Oceano, encomendando aos ventos levassem à sua Pátria as últimas vozes, com que dela se despedia: Ingrata patria non possidebis ossa mea.
Vede agora se eu tinha razão para dizer, que é natureza ou má condição da nossa Lusitânia não poder consentir que luzam os que nascem nela. E vede também se podia Santo António deixar de deixar a Pátria, sendo filho de uma terra onde não se consente o luzir, e tendo-lhe mandado Cristo que luzisse: Sic luccat lux vestra.
– Padre António Vieira, in Sermões.
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Hollywood contra a Igreja
Depois das obras de Dan Brown, O Código Da Vinci e Anjos e Demónios, chega-nos outro filme anti-católico, Agora.
Sábado, 5 de Dezembro de 2009
Alguém me sabe dizer
Porque razão nunca se ouviu falar de Lazar Moiseyevich Kaganovich?
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Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009
Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009
Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
Mote para uma nova Restauração
Nos liberi sumus, Rex noster liber est, manus nostrae nos liberverunt
In Acta das Cortes de Lamego, Portugal, 1139.
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Ponto da situação – hoje mais do que nunca
Portugal é uma ex-nação que escorregou em 1580, foi apunhalado em 1820, tombou em 1910 e sucumbiu em 1974. É ainda possível descer mais baixo? E para quando uma inversão da situação?
Os novos Migueis de Vasconcelos

Aos verdadeiros portugueses, aqueles que se recusam vergar perante o rei estrangeiro, resta o consolo de saber como terminou Miguel de Vasconcelos – como devem terminar todos os traidores: atirado da janela e dado a lamber aos cães.
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Bandeira de hoje e sempre

Bandeira da Restauração. Usada no reinado de D. João IV. De notar, o fundo branco imaculado no qual assentam as Reais Armas de Portugal e onde não é possível encontrar qualquer sinal de corrupção ética ou estética, seja o azul liberal ou o verde-rubro republicano.
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