Sábado, 31 de Outubro de 2009

No dia das bruxas

Nada melhor do que uma passagem pel'O Diabo.

Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Domingo, 25 de Outubro de 2009

Agora em português de Portugal

O Que a Civilização Ocidental deve à Igreja Católica, de Thomas E. Woods, já aqui referido na sua versão em português do Brasil.

O dia da Resistência

(Bataille de Poitiers, en octobre 732 - Charles de Steuben)

O dia 25 de Outubro de 732 é comemorado oficialmente como o dia da Batalha de Poitiers, travada entre o exército francês e o exército mouro do Califado de Córdoba. Uma data que deve ser lembrada por todos os europeus, em especial pelos peninsulares, como o dia em que se conseguiu por um travão às pretensões sarracenas sobre a Europa, num esforço fantástico de união entre Fé e Raça e partir do qual nasceria a Reconquista, tendo Portugal como um dos seus mais valiosos frutos.

Adenda:
Carlos Martel: Herói da Cristandade e salvador da Europa.

Sábado, 24 de Outubro de 2009

Ainda não pereci

A programação segue dentro de momentos.

Sábado, 17 de Outubro de 2009

De Espanha, um exemplo a seguir

Diz o ditado que, de Espanha, nem bom vento, nem bom casamento. Mas este caso é sem dúvida uma das boas excepções que confirmam a regra. Um exemplo a seguir, também aqui em Portugal.

Adenda 1: Aproveito para assinalar o mau trabalho jornalístico do Público, que foi incapaz de abordar o assunto em questão com a imparcialidade e o rigor que a profissão exige.
Adenda 2: A organização acredita que estiveram presentes no protesto 2 milhões de pessoas. A ser verdade, é absolutamente notável! Seremos nós capazes de um feito semelhante?

Domingo, 11 de Outubro de 2009

Quem são os falsos profetas?

Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura, colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos, e toda árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar frutos bons. Toda árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.
Mateus 7:15-20

As verdadeiras razões para o Nobel

A paz, a paz e a epifania.

Sábado, 10 de Outubro de 2009

Nunca é demais lembrar

É verdade que estamos provavelmente a fazer um grande disparate. Esta Mesquita em plena cidade de Paris não augura nada de bom. É uma ameaça para o nosso futuro. (...) Ouço, leio as declarações sobre a igualdade dos cultos e das raças. Acabámos por ultrapassar os justos limites da tolerância, do respeito e da amizade. Acabámos de cometer o crime de excesso. Deus queira que não tenhamos que o pagar no futuro.

Charles Maurras, sobre a construção da Grande Mesquita de Paris, Action Française, 13 de Julho de 1926.

Coisas de uma Europa não-europeia

Sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

Da subsídio-dependência

Exultai ó povos da Terra inteira...

...com o reconhecimento do nosso salvador!

***
1. Tocado pela fé obâmica, o camarada Harms fez um poema de louvor ao nosso salvador, cumprindo assim as suas obrigações de cidadão do mundo. Bem-haja!
2. Guerra é Paz, este é o primeiro lema do Ministério da Verdade.
3. E porque o Partido nunca mente: governo dos EUA quer criar sites falsos com notícias positivas.

Definir posições

A Intransigência, o Fanatismo, a Intolerância são símbolos de Fé, são as alavancas mais poderosas da Acção. Os transigentes, os tolerantes, os indiferentes são lesmas e cobardes, destinados ao desprezo ou às piores violências dos adversários fanáticos, intolerantes e intransigentes.

Intransigência, Intolerância e Fanatismo são termos pejorativos dum sentimento sagrado que se chama – a fé.

Há o Fanatismo, a Intolerância, a Intransigência da Virtude e da Verdade, como há o Fanatismo, a Intolerância, a Intransigência do Crime e da Mentira.

Só é fanático, intolerante e intransigente que está convencido que é portador da Verdade. A tolerância, a transigência, a indiferença são estados próprios de quem duvida, hesita e não se sente muito seguro da posição que ocupa.

Na luta entre o Bem e o Mal, entre a Santidade e o Pecado, entre Deus e Satã, não pode haver tolerância, transigência e indiferença, porque a sua presença só traz prejuízos para o Bem, para a Santidade e para Deus e vantagens para o Mal, o Pecado e Satã.

Porque foi fanática, intolerante, intransigente a Revolução conquistou o mundo depois de ter mergulhado a França em Atlânticos de sangue. Porque é fanático, intolerante, intransigente o Comunismo está aí a governar o Mundo...

Porque foram fanáticas, intolerantes, intransigentes as Democracias ganharam a guerra. Porque não foi suficientemente fanático, intransigente e intolerante o Eixo, poupando a França, poupando os países ocupados – perdeu a guerra. Porque se não têm revelado fanáticas, intransigentes e intolerantes as Democracias ocidentais estão a ser vencidas pela Democracia oriental russa.

O Fanatismo, a Intolerância e a Intransigência postas ao serviço da Verdade, da Virtude, do Bem e da Honra levam ao Heroísmo; postas ao serviço da Mentira, do Pecado, do Mal e da Cobardia levam ao Crime. Jeanne d'Arc e Robespierre; D. Sebastião e Marat; S. João de Brito e Estaline; Silva Porto e Buiça...

Têm-me acusado muitas vezes de fanático, intolerante e intransigente. Sou-o quanto pode sê-lo quem vive num século desvirilizado, essencialmente burguês, materialista e céptico, e percorreu as sete partidas do mundo da cultura à procura da verdade nova, para só encontrar verdades falsas, à busca desinteressada do Sol e só encontrou crepúsculos frios. Quando voltei, desiludido, à minha tenda levantada no meio do tumulto, verifiquei que a única solução acessível às minhas inquietações e angústias era a tradição. E regressei à secular tradição portuguesa – a Deus, à Pátria e ao Rei.

E sou fanático, intransigente e intolerante em defesa de Deus, da Pátria e do Rei, até mesmo contra os que falam em Deus desservindo-o, ou falam na Pátria traindo-a, ou falam no Rei deformando-o.


Alfredo Pimenta, in A Nação, 24 de Janeiro de 1948.

Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Monsenhor Lefebvre sobre o Islão

Da religião da paz

(cemitério católico na Argélia, transformado em depósito de lixo)

Tivesse tal acto de vandalismo ocorrido num cemitério judeu e certamente muitas vestes se rasgariam por esse mundo afora. Mas como o cemitério é católico, então nem uma única palavra dita pelos arautos da liberdade e do humanismo. Quanto muito dir-nos-ão que tal não passa de um mal-entendido e que não existe qualquer suspeita de intolerância, discriminação, racismo ou xenofobia. Até porque esses "pecados" apenas servem para atirar aos fascistas, salazaristas, nazis e extremistas. Além do mais, até está na moda falar mal da Igreja Católica! – esse monstro castrador das amplas liberdades.

Posto isto, aguarda-se que os responsáveis da Santa Sé pelo diálogo inter-religioso marquem a data da próxima conferência, cuja missão será discutir o ecumenismo – essa nova fé – e a sua importância no entendimento entre civilizações.

Quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

A Monarquia e o referendo

Há por aí um grupo de monárquicos – os tais que hasteiam bandeiras liberais em cada poste e candeeiro que encontram – a apelar à realização de um referendo como forma de restaurar a Monarquia em Portugal. Ora, para mim a questão é simples e resume-se em dois pontos: Em primeiro lugar, referendar a Monarquia é ir contra os seus mais elementares princípios, assentes na perenidade da Nação através da pessoa do Rei. E em segundo lugar, a Monarquia não é negociável, porque o Rei não é negociável e nem tão-pouco é a Monarquia que está em dívida para com a República. Como tal, se um bando de apátridas decidiu, agindo contra a própria Nação, falar em nome das gerações anteriores e posteriores e arrancar a Monarquia à força, é nosso dever e nossa missão enquanto verdadeiros portugueses, tudo fazer para que, à força, a Monarquia seja devolvida.

Adenda:
O camarada Afonso Miguel esmiuçou este assunto na perfeição. Por isso, façam o favor de lá passar, que vale a pena. E já agora, como hoje é quarta-feira, aproveitem também para fazer uma jantarada.

Terça-feira, 6 de Outubro de 2009

A propósito de 5 de Outubro...

Recordo um outro 5 de Outubro, este passado no ano de 1768, e que ficou conhecido como o dia do decreto contra o puritanismo, promulgado pelo déspota esclarecido Marquês de Pombal, e que, além de obrigar a nobreza a casar fora do seu estrato social (conspurcando assim uma linhagem que vinha desde a monarquia visigoda) ainda anulou a exclusividade de direitos da aristocracia hereditária, abrindo assim caminho à burguesia usurária e judaizante, cujo poder e influência se faz sentir até hoje, e a qual esteve na origem de todas as revoluções em Portugal (1820, 1910 e 1974). Tanto através das perseguições à nobreza como ao clero, foi o Marquês de Pombal quem permitiu que tal fosse possível.

Nota: evidentemente o termo puritanismo não assume aqui um significado religioso.

A Implantação da República foi um golpe da maçonaria

Segunda-feira, 5 de Outubro de 2009

5 de Outubro

A 5 de Outubro de 1143 foi assinado o Tratado de Zamora, um acordo de paz entre Portugal e Castela, no qual o Rei Afonso VII de Leão e Castela reconhece a independência do Reino de Portugal e D. Afonso Henriques como o seu legítimo monarca. 767 anos depois, um grupo de bastardos resolve despojar a Pátria da sua soberania, entregando-a nas mãos barbárie republicana.

Domingo, 4 de Outubro de 2009

O combate é metapolítico

Inverno Demográfico

Desde a década de 70 do século passado, o mundo, e em especial o mundo ocidental, tem vindo a ser inundado com propaganda anti-natalidade. Ao mesmo tempo que surgiram as primeiras políticas de liberalização do aborto, dos métodos contraceptivos, do divórcio, da eutanásia e dos "casamentos" gay, políticos, cientistas, economistas e engenheiros sociais dizem-nos que o futuro do planeta está condenado ao desaparecimento caso o crescimento populacional se mantenha. A solução passa inevitavelmente por reduzir a população ao máximo, tal como defende John Holdren. Porém, as evidências mostram-nos um cenário diferente:



Inverno Demográfico - o declínio da família humana.

Quinta-feira, 1 de Outubro de 2009

A Vigília

(A Vigília, John Pettie)

Cai a noite em Terras de Santa Maria
É então chegada a hora da vigília
Sem nunca desmobilizar, acordar da letargia
Porque amanhã, nascerá um novo dia.


*Quadra da minha autoria, que, apesar da minha notória falta de jeito para os versos, dedico a todos os camaradas que me acompanham no Bom Combate.