Depois de termos ficado a conhecer o dia-a-dia de uma qualquer capital europeia, eis agora as projecções demográficas para o futuro da Europa:
Afinal, parece que os nacionalistas não são assim tão loucos. A imigração, na sua expressão política de multiculturalismo mestiço, revela-se como o principal problema que a Europa hoje enfrenta. A política ou a economia são recuperáveis; a Cultura, o Povo ou a História não. Creio por isso que não exagero se disser que vivemos o finis Europae – como já bem antevia Alfredo Pimenta a propósito do triunfo da democracia. Enfrentamos o derradeiro processo de espoliação e substituição cultural promovido por maçons, mundialistas, burocratas, plutocratas e demais terroristas sociais e políticos. Este é o culminar de todo um processo revolucionário que podemos encontrar origem no Renascimento, com o Antropocentrismo filosófico que coloca os instintos humanos no centro do Universo, e do qual surgiram todas as ideologias subversivas. Não será por isso coincidência que este relativismo cultural tenha surgido em países sob o ideal maçónico, como os EUA, o Brasil ou a França jacobina, e de onde se têm vindo a alastrar e impor. Mas tal como diz o narrador do vídeo: é tempo de acordar! É tempo de agir! É tempo de nos entregarmos ao sacrifício e ao martírio! Mesmo que o Papa não a decrete, façamos nós, últimos Portugueses, uma cruzada nacional!
Afinal, parece que os nacionalistas não são assim tão loucos. A imigração, na sua expressão política de multiculturalismo mestiço, revela-se como o principal problema que a Europa hoje enfrenta. A política ou a economia são recuperáveis; a Cultura, o Povo ou a História não. Creio por isso que não exagero se disser que vivemos o finis Europae – como já bem antevia Alfredo Pimenta a propósito do triunfo da democracia. Enfrentamos o derradeiro processo de espoliação e substituição cultural promovido por maçons, mundialistas, burocratas, plutocratas e demais terroristas sociais e políticos. Este é o culminar de todo um processo revolucionário que podemos encontrar origem no Renascimento, com o Antropocentrismo filosófico que coloca os instintos humanos no centro do Universo, e do qual surgiram todas as ideologias subversivas. Não será por isso coincidência que este relativismo cultural tenha surgido em países sob o ideal maçónico, como os EUA, o Brasil ou a França jacobina, e de onde se têm vindo a alastrar e impor. Mas tal como diz o narrador do vídeo: é tempo de acordar! É tempo de agir! É tempo de nos entregarmos ao sacrifício e ao martírio! Mesmo que o Papa não a decrete, façamos nós, últimos Portugueses, uma cruzada nacional!





