Era fim de Agosto e as uvas estavam bonitas, comecei a vindimar. O meu Pai deu-me um safanão a tempo e eu parei. Tirou um bago do cacho que eu acabara de cortar, deu-me a provar. Trinquei, logo cuspi, era azedo. Assim comecei a aprender que tudo tem o seu tempo, tudo obedece a regras. Lei suprema quer para a Natureza, quer para a sociedade dos homens, que é outra forma da Natureza. Quem não respeita as regras é desordeiro; mas quem sempre as põe em causa e delas troça, é ateu a infectar os que estão perto. Anarquismo ou comunismo, danação.
– António de Oliveira Salazar.
– António de Oliveira Salazar.
2 comentários:
Dívino ensinamento, só possível por um homem de invulgar inteligência. Pena que os imbecis que não souberam reconhecer a sua obra ainda não tenham aberto os olhos e percebido que cairam na boca do pior lobo.
O Grande Estadista já é chorado e recordado com saudade pelos portugueses mais sóbrios.
Cumprimentos.
Os imbecis, caro Simão, são preguiçosos intelectuais que só se preocupam com a "vida privada de Salazar" em vez de recordarem o Estadista que com tanto sacrifício, também pessoal, salvou Portugal da desgraça. Mas como diz o poeta: dos fracos não reza a História.
Cumprimentos.
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