segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

Se não for assim, não pode ser de outra forma

Quem não é patriota não pode ser considerado português.

– António de Oliveira Salazar.

Para que conste

Estou na extrema-direita da extrema-direita: à minha direita não fica ninguém.

– Alfredo Pimenta, in A Questão Monárquica, 1920.

domingo, 27 de Dezembro de 2009

Passo seguinte

E para quando a constituição de uma verdadeira Reacção? De uma nova Cruzada Nun'Álvares, de um novo Integralismo Lusitano ou de uma nova Acção Realista?

Novas formas de luta?

Bem melhor do que qualquer rede social ou fórum de discussão, a blogosfera ainda continua a ser uma forma superior e mais completa de comunicação.

sábado, 26 de Dezembro de 2009

Aos que pensam abandonar a blogosfera

Se não formos nós a prosseguir o bom combate, quem será?

Grandes perdas

Mourinho deve ter razão

Haja alguém

sexta-feira, 25 de Dezembro de 2009

Nasceu o Deus Menino

Ali estava a luz verdadeira, que alumia a todo homem que vem ao mundo. Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no seu nome, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade.

João 1:9-14

quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

Portugal, o nosso País

Portugal, coitado de ti!
Estás doente, és mal tratado!
Qual será o teu fim?
És cada vez mais desprezado.

O teu povo está tão mal,
Quase sem força para viver;
Este caminho é fatal,
Há quem não tenha o que comer.

Tenho orgulho em ser Português,
Sinto o calor do nosso fado,
O soar de uma guitarra
Que por nós é tão amado.

Cantem comigo, em Português!
Parados não podemos ficar,
Portugal é o nosso País,
Por ele temos que batalhar.

Portugal confia em mim,
Não te deixes enganar!
Há quem nada sinta por ti,
Há quem nunca deixou de te amar.

Tenho orgulho em ser Português,
Sinto o calor do nosso fado,
O soar de uma guitarra
Que por nós é tão amado.

Cantem comigo, em Português!
Parados não podemos ficar,
Portugal é o nosso País,
Por ele temos que batalhar.


"Portugal, o nosso País", Alcoolemia.

Se isto não é racismo, então não sei o que será

Portugal está a saque

terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

Há centenas de portugueses a trabalhar sob regime de escravatura em Espanha*

E o SOS Racismo e associações similares, não têm nada a dizer?
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*Informação,
aqui.

Por um país aberto, moderno e tolerante

Os "pulhíticos" estão a preparar a discussão da transexualidade e da eutanásia. E depois disso, o que é que se segue? A legalização da pedofilia? O casamento entre pessoas e animais? A liberalização do canibalismo? Enfim, o que não falta são causas fracturantes para colocar na agenda dos nossos (des)representantes. É só consultar o catálogo de aberrações e escolher aquelas que mais convêm à modernização do país.

O que faz falta é animar a malta!

domingo, 20 de Dezembro de 2009

Pássaro Vermelho

Vi um céu cor de laranja
A cidade toda a arder
Vi sinais de proibido
E não estava a perceber
Quando um pássaro vermelho
A voar falou comigo
Tinha dado a volta ao mundo
E avisou-me deste perigo

Um gato é um gato
Um cão é um cão
Portugal parece uma prisão

Na esquina de cada rua
De Lisboa há um mendigo
Não se pode fazer isto
Nem pensar fazer aquilo
Talvez eu seja estrangeiro
Talvez eu seja mau filho
Mas hei-de ser o primeiro
A pegar fogo ao rastilho

Um gato é um gato
Um cão é um cão
Portugal parece uma prisão


"Pássaro Vermelho", Heróis do Mar.

Deve ser do aquecimento global

sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Boicote ao McDonald's

Mas não é só o casamento gay que nos sai caro

quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009

A bem do progresso e da modernidade

Nem os demónios suportam

Esses infelizes ... caem no vício contra a natureza. São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6). Minha justiça não mais consegue suportá-lo. Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demónios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demónios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude; por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido.

Nosso Senhor a Santa Catarina de Siena.

domingo, 13 de Dezembro de 2009

A teoria do aquecimento global está por um fio?

Assim parece. A ler: O escândalo do Climategate e a Conferência de Copenhaga – para juntar ao que já foi aqui publicado.

sábado, 12 de Dezembro de 2009

Calar-se face aos maus não é mansidão

A mansidão vai contra a ira e as fúrias, não para que o homem nunca se encolerize, mas para que o faça onde e quando deve. Por isso tem cara de homem e cara de leão. Algumas vezes se considera manso o homem que cala enquanto outro peca. Isso não é mansidão! Escuta: diz-se de Jesus que "conturbou-se e fez um chicote de cordas". Lê-se no Livro Primeiro dos Macabeus: "Infeliz de mim! Por que nasci para ver a ruína de minha pátria e de meus santos?" Por onde se vê que Cristo é cordeiro e leão.

São Boaventura.

E enquanto a Suíça reage

Confederação Helvética


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Na imagem: vista de Matterhorn, perto de Zermatt.

Aquecimento Global é desculpa para subsidiar Terceiro Mundo?

Parece que sim. Só Portugal irá contribuir com 36 milhões de euros, num total de 7,2 mil milhões dispensados pela União Europeia, para ajudar os «países pobres» a combater as alterações climáticas.
Enquanto isso, a pobreza em Portugal não pára de crescer e a Europa tem 10 milhões de novos pobres.

quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

Obama recebeu hoje o Nobel da Paz

O que é que fez para o merecer? Entre muitas declarações de boas intenções – e de boas intenções está o inferno cheio – reforçou o contingente militar no Afeganistão e autorizou o financiamento de organizações abortistas. Não haja dúvida, foi bem entregue.

Mitos Climáticos

Sabe o que é o climategate?

quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

Do tempo em que vivemos

Quando as pessoas deixam de acreditar em Deus, não passam a acreditar em nada – acreditam em qualquer coisa.

– Gilbert Keith Chesterton.

Uma boa iniciativa, para um Natal mais natalício

terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

A propósito da Cimeira de Copenhaga

Nunca é demais lembrar: A Grande Farsa do Aquecimento Global.

Imaculada Conceição, Rainha de Portugal

(Nossa Senhora da Conceição, Padroeira do Reino)

domingo, 6 de Dezembro de 2009

Reflexões de Teixeira de Pascoaes

N'O Saudosista e no Inconformista.info*

*Actualizado a 7/12/2009.

António Vieira

O céu 'strella o azul e tem grandeza.
Este, que teve a fama e à gloria tem,
Imperador da lingua portugueza,
Foi-nos um céu também.

No immenso espaço seu de meditar,
Constellado de fórma e de visão,
Surge, prenúncio claro do luar,
El-Rei D. Sebastião.

Mas não, não é luar: é luz do ethéreo.
É um dia; e, no céu amplo de desejo,
A madrugada irreal do Quinto Império
Doira as margens do Tejo.


Fernando Pessoa, in Mensagem.

A Lusitânia

A terra mais ocidental de todas é a Lusitânia. E porque se chama Ocidente aquela parte do mundo? Porventura porque vivem ali menos, ou morrem mais os homens? Não; senão porque ali vão morrer, ali acabam, ali se sepultam e se escondem todas as luzes do firmamento. Sai no Oriente o Sol com o dia coroado de raios, como Rei e fonte da Luz: sai a Lua e as Estrelas com a noite, como tochas acesas e cintilantes contra a escuridade das trevas, sobem por sua ordem ao Zénite, dão volta ao globo do mundo resplandecendo sempre e alumiando terras e mares; mas em chegando aos Horizontes da Lusitânia, ali se afogam os raios, ali se sepultam os resplendores, ali desaparece e perece toda aquela pompa de luzes.
E se isto sucede aos lumes celestes e imortais; que nos lastimamos, Senhores, de ler os mesmos exemplos nas nossas Histórias? Que foi um Afonso de Albuquerque no Oriente? Que foi um Duarte Pacheco? Que foi um D. João de Castro? Que foi um Nuno da Cunha, e tantos outros Heróis famosos, senão uns Astros e Planetas lucidíssimos, que assim como alumiaram com estupendo resplendor aquele glorioso século, assim escurecerão todos os passados? Cada um era na gravidade do aspecto um Saturno, no valor militar um Marte, na prudência e diligência um Mercúrio, na altiveza e magnanimidade um Júpiter, na Fé, e na Religião, e no zelo de a propagar e estender entre aquelas vastíssimas Gentilidades, um Sol.
Mas depois de voarem nas asas da fama por todo o mundo estes Astros, ou indígetes da nossa Nação, onde foram parar, quando chegaram a ela? Um vereis privado com infâmia de governo, outro preso, e morto em um Hospital, outro retirado e mudo em um deserto, e o melhor livrado de todos, o que se mandou sepultar nas ondas do Oceano, encomendando aos ventos levassem à sua Pátria as últimas vozes, com que dela se despedia: Ingrata patria non possidebis ossa mea.
Vede agora se eu tinha razão para dizer, que é natureza ou má condição da nossa Lusitânia não poder consentir que luzam os que nascem nela. E vede também se podia Santo António deixar de deixar a Pátria, sendo filho de uma terra onde não se consente o luzir, e tendo-lhe mandado Cristo que luzisse: Sic luccat lux vestra.


– Padre António Vieira, in Sermões.

Do Quinto Império

Hollywood contra a Igreja

Depois das obras de Dan Brown, O Código Da Vinci e Anjos e Demónios, chega-nos outro filme anti-católico, Agora.

sábado, 5 de Dezembro de 2009

A verdadeira Idade das Trevas

Alguém me sabe dizer

Porque razão nunca se ouviu falar de Lazar Moiseyevich Kaganovich?

sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

Salazar e os Milionários

Pequenas alterações

Na coluna da direita.

quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

Nacionalismo Católico

terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

Mote para uma nova Restauração

Nos liberi sumus, Rex noster liber est, manus nostrae nos liberverunt

In Acta das Cortes de Lamego, Portugal, 1139.

Ponto da situação – hoje mais do que nunca

Portugal é uma ex-nação que escorregou em 1580, foi apunhalado em 1820, tombou em 1910 e sucumbiu em 1974. É ainda possível descer mais baixo? E para quando uma inversão da situação?

Os novos Migueis de Vasconcelos

Aos verdadeiros portugueses, aqueles que se recusam vergar perante o rei estrangeiro, resta o consolo de saber como terminou Miguel de Vasconcelos – como devem terminar todos os traidores: atirado da janela e dado a lamber aos cães.

Bandeira de hoje e sempre

Bandeira da Restauração. Usada no reinado de D. João IV. De notar, o fundo branco imaculado no qual assentam as Reais Armas de Portugal e onde não é possível encontrar qualquer sinal de corrupção ética ou estética, seja o azul liberal ou o verde-rubro republicano.

Rei de hoje e sempre

(El-Rei D. João IV, O Restaurador)

Heróis de hoje e sempre

(Os Conjurados)

Visitas de hoje e sempre

domingo, 29 de Novembro de 2009

E nós?

Não haverá ninguém em Portugal com a coragem necessária para dizer «BASTA!»?

Numa Europa suja e emporcalhada

sábado, 28 de Novembro de 2009

Coisas do Diabo

Que é como quem diz: coisas de uma democracia avançada, rumo ao socialismo.

segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Em Nome da Pátria

O modo como se processaram as últimas campanhas militares ultramarinas, entre 1954 e 1975, está longe de ser consensual na sociedade portuguesa. Bem pelo contrário, tem-na dividido profunda e transversalmente.
É por isso que, tanto tempo depois, se torna imperioso encontrar consensos baseados na correcta interpretação dos factos históricos e nas verdadeiras intenções dos principais protagonistas do momento. Só assim Portugal poderá construir equilibradamente o seu futuro, com base no que só uma síntese de ilações acertadas a este respeito pode proporcionar.
Em Nome da Pátria aborda os controversos temas da sustentabilidade das operações militares e das razões que levaram à desistência nacional de prosseguir o combate quando, aparentemente, a guerra estava ganha, e, sobretudo, da justiça e do direito do nosso país em fazer a guerra. Tudo não terá passado de uma «grande traição»?
Falamos de questões incontornáveis no panorama da história contemporânea portuguesa, aqui abordadas de um modo muito pouco ortodoxo em relação às ideias que a «história oficial» nos apresenta relativamente a este tema.


Adenda:
Recensão da obra Em Nome da Pátria.
Tenente-Coronel Brandão Ferreira: visão sobre o Ultramar.

sábado, 21 de Novembro de 2009

O que é a Tolerância?

Ninguém tem culpa de nada

Os cientistas oficiais preferem explicar o Estado pela luta de classes, o canibalismo pela deficiência em proteínas, a guerra pelas indústrias de armamento e pelo capitalismo, a droga pela falta de amor, o crime pela frustração, e assim por diante. O ciclo cultural que nos integra culminou afinal numa gigantesca Era do Álibi. Tudo está desculpado. Ninguém tem culpa de nada.

– António Marques Bessa in Ensaio sobre o fim da nossa Idade, 1978.

sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

José António Primo de Rivera

Fundador da Falange, assassinado a 20 de Novembro de 1936 pelos democratas da República Espanhola.

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

E por falar em contra cultura

Eis alguns filmes de produção europeia que merecem ser vistos:

Almirante – Biografia do Almirante da Marinha Imperial Russa e um dos líderes do Exército Branco, Aleksandr Kolchak.

Arn, O Cavaleiro Templário – História de um jovem nobre sueco que se torna cavaleiro templário e que parte nas cruzadas em defesa da Terra Santa.

Katyń – Narrativa dos acontecimentos do Massacre de Katyń.

Ostrov – História de um marinheiro russo da Marinha Vermelha que, arrependido, se converte e se faz monge.

Contra Cultura

terça-feira, 17 de Novembro de 2009

A moral deles

domingo, 15 de Novembro de 2009

Eles também matam

O comunista chique, Daniel Oliveira, relembra a morte de um militante do PSR (hoje parte integrante do BE) motivada por uma rixa entre estes e skinheads militantes do MAN. Relembra e relembra muito bem. Pena é que este dever de memória histórica, tão caro e sempre apregoado pelas esquerdas, se faça tão esquecido no que respeita aos crimes por eles praticados e que são bem mais sórdidos do que os cometidos «por criminosos de extrema-direita». O que me leva a crer tratar-se de mais uma manobra de propaganda política, de resto tão característica aos transformadores do mundo, incapazes de sentimentos altruístas.

Sobre as Forças Populares 25 de Abril, grupo terrorista que operou em Portugal nos anos 80 do século XX e excelente exemplo do caridoso espírito socialista, eis alguns documentos importantes:

Conferência de imprensa das FP-25.
Arquivamento do processo das FP-25.
Entrevista a José Barra da Costa.

Adenda:
Daniel Oliveira, na caixa de comentários do mesmo postal, diz, a respeito das FP-25, nada ter «a ver com essa gente e os seus actos» e acrescenta ainda que estas «acabaram e os seus membros não se dedicam a actos criminosos». Afirmações falsas, ou não fossem os ex-operacionais, Helena Carmo e Teodósio Alcobia, membros da Mesa Nacional do BE, partido do qual o Daniel faz parte e portanto seus camaradas. Assim como, também é mentira que não haja ex-FP's dedicados à actividade criminal, donde se destaca Óscar Silva.
Ora, por aqui se vê a noção de Verdade e Justiça para esta gente. Para eles, a verdade não passa de uma mentira bem contada à boa maneira marxista. Da mesma forma, para eles tudo é desculpado e para os outros tudo é condenado. Bem dizia Fernando Pessoa que o comunismo é o lixo moral e mental, varrido e reunido.

Caviar da melhor qualidade

Da esquerda caviar e do capitalismo apátrida

sábado, 14 de Novembro de 2009

Uma leitura indispensável

Cristo, anti-semita?

(Jesus expulsa os vendilhões do Templo)

quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

As causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os judeus

Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão. Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu. Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos por leis determinadas até por princípios opostos, e se não tinham os mesmos costumes e eram distintos no espírito de suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os judeus, e não entre os seus antagonistas.

Bernard Lazare in Antisémitisme, son histoire et ses causes.

quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

Os Protocolos são uma falsificação

E Shimon Peres é um anti-semita do pior...

Uma Tempestade no Tempo

Das maravilhas do paraíso socialista

Aproveitando a comemoração do vigésimo aniversário da queda do Muro de Berlim, convido os meus estimados leitores a espreitar por entre a Cortina de Ferro e a conhecer (aos que já conhecem, apenas relembro) um dos episódios mais sórdidos e grotescos da experiência comunista do Leste Europeu: quando o "Grande Timoneiro", o degenerado Josef Estaline, ordenou a Ilya Ivanov a criação de uma raça híbrida de homem e macaco que, no entender do "Pai dos Povos", seria uma espécie de super-proletário, invencível, insensível à dor, resistente e indiferente quanto à qualidade da comida que consome.

Adenda:
O homem novo do comunismo - um projecto doentio.

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

Convenientemente

segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Amanhã nas bancas

domingo, 8 de Novembro de 2009

No Logos

Referendo sodomita?, por Padre Nuno Serras Pereira.

sábado, 7 de Novembro de 2009

Definição politicamente correcta de radicalismo e moderação

O radical:
Os moderados:

Coincidências

Nidal Malik Hasan, o terrorista de Fort Hood, era um bom muçulmano praticante, muito sociável e que antes de disparar até gritou Allah Akbar.

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Por falar em crucifixos

E aproveitando também para fazer um pouco de inveja ao Harms, deixo aqui um magnífico postal da Velha Europa – aquela que já só existe no imaginário de alguns – mais concretamente do antigo Mosteiro de Clonmacnoise na Irlanda, o primeiro mosteiro cristão na Ilha Esmeralda, fundado por São Ciarán de Clonmacnoise em 545.
Para ver, guardar e recordar:

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

A bem da coerência...

...da laicidade, da liberdade religiosa e dos direitos humanos aguarda-se que sejam retirados do calendário civil todos os feriados religiosos assim como todas e quaisquer referências à religião cristã, desde a bandeira nacional a nomes de localidades. É que isto de separar a Igreja do Estado, ou é para levar até ao fim, ou então não vale a pena.

Mais um retrocesso civilizacional

domingo, 1 de Novembro de 2009

Todos os Santos

Ó Deus,
Concedei-nos, pelas preces dos Santos,
A quem destes perseverar na imitação de Cristo pobre e humilde,
Seguir a nossa vocação com fidelidade.
E chegar àquela perfeição que nos propusestes em Vosso Filho.
Que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo
Amém.

sábado, 31 de Outubro de 2009

No dia das bruxas

Nada melhor do que uma passagem pel'O Diabo.

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

A bem da Democracia (VII)

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Do combate às desigualdades

Num país onde 40 mil idosos passam fome, mais de 31 mil estrangeiros recebem o subsídio de desemprego.

domingo, 25 de Outubro de 2009

Agora em português de Portugal

O Que a Civilização Ocidental deve à Igreja Católica, de Thomas E. Woods e editado pela Alêtheia Editores, já aqui referido na sua publicação em português do Brasil.

O dia da Resistência

(Bataille de Poitiers, en octobre 732 - Charles de Steuben)

O dia 25 de Outubro de 732 é comemorado oficialmente como o dia da Batalha de Poitiers, travada entre o exército francês e o exército mouro do Califado de Córdoba. Uma data que deve ser lembrada por todos os europeus, em especial pelos peninsulares, como o dia em que se conseguiu por um travão às pretensões sarracenas sobre a Europa, num esforço fantástico de união entre Fé e Raça e partir do qual nasceria a Reconquista, tendo Portugal como um dos seus mais valiosos frutos.

Adenda:
Carlos Martel: Herói da Cristandade e salvador da Europa.

sábado, 24 de Outubro de 2009

Ainda não pereci

A programação segue dentro de momentos.

domingo, 18 de Outubro de 2009

Quid est veritas?

sábado, 17 de Outubro de 2009

De Espanha, um exemplo a seguir

Diz o ditado que, de Espanha, nem bom vento, nem bom casamento. Mas este caso é sem dúvida uma das boas excepções que confirmam a regra. Um exemplo a seguir, também aqui em Portugal.

Adenda 1: Aproveito para assinalar o mau trabalho jornalístico do Público, que foi incapaz de abordar o assunto em questão com a imparcialidade e o rigor que a profissão exige.
Adenda 2: A organização acredita que estiveram presentes no protesto 2 milhões de pessoas. A ser verdade, é absolutamente notável! Seremos nós capazes de um feito semelhante?

domingo, 11 de Outubro de 2009

Quem são os falsos profetas?

Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura, colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos, e toda árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar frutos bons. Toda árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.
Mateus 7:15-20

As verdadeiras razões para o Nobel

A paz, a paz e a epifania.

sábado, 10 de Outubro de 2009

Nunca é demais lembrar

É verdade que estamos provavelmente a fazer um grande disparate. Esta Mesquita em plena cidade de Paris não augura nada de bom. É uma ameaça para o nosso futuro. (...) Ouço, leio as declarações sobre a igualdade dos cultos e das raças. Acabámos por ultrapassar os justos limites da tolerância, do respeito e da amizade. Acabámos de cometer o crime de excesso. Deus queira que não tenhamos que o pagar no futuro.

Charles Maurras, sobre a construção da Grande Mesquita de Paris, Action Française, 13 de Julho de 1926.

Coisas de uma Europa não-europeia

sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

Da subsídio-dependência

Exultai ó povos da Terra inteira...

...com o reconhecimento do nosso salvador!

***
1. Tocado pela fé obâmica, o camarada Harms fez um poema de louvor ao nosso salvador, cumprindo assim as suas obrigações de cidadão do mundo. Bem-haja!
2. Guerra é Paz, este é o primeiro lema do Ministério da Verdade.
3. E porque o Partido nunca mente: governo dos EUA quer criar sites falsos com notícias positivas.

Definir posições

A Intransigência, o Fanatismo, a Intolerância são símbolos de Fé, são as alavancas mais poderosas da Acção. Os transigentes, os tolerantes, os indiferentes são lesmas e cobardes, destinados ao desprezo ou às piores violências dos adversários fanáticos, intolerantes e intransigentes.

Intransigência, Intolerância e Fanatismo são termos pejorativos dum sentimento sagrado que se chama – a fé.

Há o Fanatismo, a Intolerância, a Intransigência da Virtude e da Verdade, como há o Fanatismo, a Intolerância, a Intransigência do Crime e da Mentira.

Só é fanático, intolerante e intransigente que está convencido que é portador da Verdade. A tolerância, a transigência, a indiferença são estados próprios de quem duvida, hesita e não se sente muito seguro da posição que ocupa.

Na luta entre o Bem e o Mal, entre a Santidade e o Pecado, entre Deus e Satã, não pode haver tolerância, transigência e indiferença, porque a sua presença só traz prejuízos para o Bem, para a Santidade e para Deus e vantagens para o Mal, o Pecado e Satã.

Porque foi fanática, intolerante, intransigente a Revolução conquistou o mundo depois de ter mergulhado a França em Atlânticos de sangue. Porque é fanático, intolerante, intransigente o Comunismo está aí a governar o Mundo...

Porque foram fanáticas, intolerantes, intransigentes as Democracias ganharam a guerra. Porque não foi suficientemente fanático, intransigente e intolerante o Eixo, poupando a França, poupando os países ocupados – perdeu a guerra. Porque se não têm revelado fanáticas, intransigentes e intolerantes as Democracias ocidentais estão a ser vencidas pela Democracia oriental russa.

O Fanatismo, a Intolerância e a Intransigência postas ao serviço da Verdade, da Virtude, do Bem e da Honra levam ao Heroísmo; postas ao serviço da Mentira, do Pecado, do Mal e da Cobardia levam ao Crime. Jeanne d'Arc e Robespierre; D. Sebastião e Marat; S. João de Brito e Estaline; Silva Porto e Buiça...

Têm-me acusado muitas vezes de fanático, intolerante e intransigente. Sou-o quanto pode sê-lo quem vive num século desvirilizado, essencialmente burguês, materialista e céptico, e percorreu as sete partidas do mundo da cultura à procura da verdade nova, para só encontrar verdades falsas, à busca desinteressada do Sol e só encontrou crepúsculos frios. Quando voltei, desiludido, à minha tenda levantada no meio do tumulto, verifiquei que a única solução acessível às minhas inquietações e angústias era a tradição. E regressei à secular tradição portuguesa – a Deus, à Pátria e ao Rei.

E sou fanático, intransigente e intolerante em defesa de Deus, da Pátria e do Rei, até mesmo contra os que falam em Deus desservindo-o, ou falam na Pátria traindo-a, ou falam no Rei deformando-o.


Alfredo Pimenta, in A Nação, 24 de Janeiro de 1948.

quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Monsenhor Lefebvre sobre o Islão

Da religião da paz

(cemitério católico na Argélia, transformado em depósito de lixo)

Tivesse tal acto de vandalismo ocorrido num cemitério judeu e certamente muitas vestes se rasgariam por esse mundo afora. Mas como o cemitério é católico, então nem uma única palavra dita pelos arautos da liberdade e do humanismo. Quanto muito dir-nos-ão que tal não passa de um mal-entendido e que não existe qualquer suspeita de intolerância, discriminação, racismo ou xenofobia. Até porque esses "pecados" apenas servem para atirar aos fascistas, salazaristas, nazis e extremistas. Além do mais, até está na moda falar mal da Igreja Católica! – esse monstro castrador das amplas liberdades.

Posto isto, aguarda-se que os responsáveis da Santa Sé pelo diálogo inter-religioso marquem a data da próxima conferência, cuja missão será discutir o ecumenismo – essa nova fé – e a sua importância no entendimento entre civilizações.

quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

A Monarquia e o referendo

Há por aí um grupo de monárquicos – os tais que hasteiam bandeiras liberais em cada poste e candeeiro que encontram – a apelar à realização de um referendo como forma de restaurar a Monarquia em Portugal. Ora, para mim a questão é simples e resume-se em dois pontos: Em primeiro lugar, referendar a Monarquia é ir contra os seus mais elementares princípios, assentes na perenidade da Nação através da pessoa do Rei. E em segundo lugar, a Monarquia não é negociável, porque o Rei não é negociável e nem tão-pouco é a Monarquia que está em dívida para com a República. Como tal, se um bando de apátridas decidiu, agindo contra a própria Nação, falar em nome das gerações anteriores e posteriores e arrancar a Monarquia à força, é nosso dever e nossa missão enquanto verdadeiros portugueses, tudo fazer para que, à força, a Monarquia seja devolvida.

Adenda:
O camarada Afonso Miguel esmiuçou este assunto na perfeição. Por isso, façam o favor de lá passar, que vale a pena. E já agora, como hoje é quarta-feira, aproveitem também para fazer uma jantarada.

terça-feira, 6 de Outubro de 2009

A propósito de 5 de Outubro...

Recordo um outro 5 de Outubro, este passado no ano de 1768, e que ficou conhecido como o dia do decreto contra o puritanismo, promulgado pelo déspota esclarecido Marquês de Pombal, e que, além de obrigar a nobreza a casar fora do seu estrato social (conspurcando assim uma linhagem que vinha desde a monarquia visigoda) ainda anulou a exclusividade de direitos da aristocracia hereditária, abrindo assim caminho à burguesia usurária e judaizante, cujo poder e influência se faz sentir até hoje, e a qual esteve na origem de todas as revoluções em Portugal (1820, 1910 e 1974). Tanto através das perseguições à nobreza como ao clero, foi o Marquês de Pombal quem permitiu que tal fosse possível.

Nota: evidentemente o termo puritanismo não assume aqui um significado religioso.

A Implantação da República foi um golpe da maçonaria

segunda-feira, 5 de Outubro de 2009

5 de Outubro

A 5 de Outubro de 1143 foi assinado o Tratado de Zamora, um acordo de paz entre Portugal e Castela, no qual o Rei Afonso VII de Leão e Castela reconhece a independência do Reino de Portugal e D. Afonso Henriques como o seu legítimo monarca. 767 anos depois, um grupo de bastardos resolve despojar a Pátria da sua soberania, entregando-a nas mãos barbárie republicana.

domingo, 4 de Outubro de 2009

O combate é metapolítico